Ainda hoje é preciso relembrar que, quando os colonizadores europeus chegaram na América do Sul, já havia habitantes por aqui de diversos grupos: Bororo, Caiapó, Pataxó, Pankararu, Yanomami, Guató, Tupinambá, entre outros! Os povos originários lutam e resistem até os dias de hoje por garantia de direitos e a equiparação que são garantidos aos demais cidadãos.

No Brasil, os que estão na condição de imigrantes, mulheres e homens que são parte dos povos originários como os Waraos da Venezuela, os Quéchuas e Aimarás da Bolívia, os Guaranis do Paraguai, os Mapuches do Chile, entre outros povos, estão na luta para serem reconhecidos no país, almejam a regularização migratória, acesso aos serviços de saúde, vacinação, moradia e a garantia dos demais direitos previstos em leis, essenciais para terem uma vida digna no país.

A cultura destes povos é também nossa cultura e isso se reflete em diversos aspectos de nossas vidas, sobretudo no importantíssimo papel que cumprem na transmissão dos saberes tradicionais, a reverência à ancestralidade, a crítica à colonização e o branqueamento da população, a reflexão da representatividade nos espaços de poder, assim como a problematização no que tange às questões da preservação do meio ambiente.

É necessário o apoio da sociedade brasileira para com os povos originários. É preciso respeitar a diversidade.

Vida longa aos povos originários!

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