Jornal do SBT destaca atuação do CAMI no atendimento às vítimas do Trabalho Escravo

O CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante foi destaque na matéria do Jornal SBT Brasil, veiculada ontem (28), Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A reportagem apontou o número de trabalhadores, principalmente imigrantes, que são vítimas do trabalho escravo. Das 1.054 pessoas que foram resgatadas em situação semelhante à escravidão em todo o Brasil no ano de 2019, a reportagem faz menção que o CAMI atendeu 55 imigrantes no Estado de São Paulo, correspondendo a 5,7%, consolidando-se como uma instituição de referência no tema.
A repórter do SBT, Rita Lisauskas, entrevistou a assistente social Carla Aguilar, que falou da atuação do CAMI nestes casos.

Veja a matéria:

#direitoshumanos #imigrantes #refugiados #trabalhodigno #naoaotrabalhoescravo
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

Parabéns equipe do CAMI

Yassel Martinez Tamayo mira lo que te he comentado

CAMI participa de ação junto ao Poder Público e Sociedade Civil para sensibilização contra o Trabalho Escravo

No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo (28/01), uma ação de sensibilização foi realizada na Rodovia Hélio Smidt, no trecho do município de Guarulhos. Participaram diversas instituições como a Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e ASBRAD. O CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante foi convidado e se fez presente com uma equipe: Carla Aguilar, Neli dos Anjos, Vitor Párraga e Grécia Delgado, atuaram juntos aos outros membros, conscientizando os motoristas sobre o combate ao trabalho escravo e a interface com a migração.

Dr. Ricardo Alves, coordenador do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania, reforça a importância da data: "Aqui em São Paulo, numa das maiores cidades do Brasil, as características do trabalho escravo são bem distintas, hoje no Estado de São Paulo e principalmente na cidade de São Paulo, a característica é urbana, basicamente relacionado a cadeia produtiva da indústria têxtil, um pouco da construção civil e um pouco menos outras áreas, muito distinto de outras regiões do país, no qual há as fazendas, as mineradoras, e outras particularidades, então, o trabalho escravo em São paulo (Estado e Capital) tem situações distintas, as ocorrências estão bastante relacionadas a presença de imigrantes. Dados do Ministério da Justiça apontam que temos 780 mil imigrantes e refugiados no Brasil documentados e imaginamos que este número pode chegar a outros milhares de indocumentados. Nós temos o acordo do Mercosul, mesmo assim, há muitos bolivianos e agora muitos peruanos em situação de trabalho análogo à escravidão, principalmente os que são Mercosul, pedimos para ir à Polícia Federal ou Ministério da Justiça, para terem a documentação e no entanto não é isso que ocorre, por isso atuamos juntos aos parceiros da sociedade civil para enfrentar esta situação", ressalta Ricardo.

"É importante o diálogo com a sociedade sobre a prática do trabalho escravo, pois isto infelizmente acontece em todos os lugares, com todas as pessoas, principalmente imigrantes em São Paulo. A população precisa entender que há milhares de vítimas e estarmos aqui junto de outras instituições nesta ação é uma forma de levarmos a informação para o grande público", destaca Carla Aguilar do CAMI.

#direitoshumanos #trabalhodigno #contraotrabalhoescravo
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

👋👋👋👋👋👋

28 de Janeiro - Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

O Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo é uma data que foi criada em homenagem aos auditores-fiscais do Trabalho Nélson José da Silva, João Batista Soares Lage e Eratóstenes de Almeida Gonçalves, além do motorista Aílton Pereira de Oliveira, que foram assassinados em Unaí, no dia 28 de janeiro de 2004, quando investigavam denúncias de trabalho escravo em uma das fazendas de Norberto Mânica. O episódio ficou conhecido como a chacina de Unaí.

O Brasil encerrou o ano de 2019 com 1.054 pessoas resgatadas de situações análogas de trabalho escravo, resultado da fiscalização de 267 estabelecimentos. Os dados estão na última atualização do Radar da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

O CAMI se consolida como uma instituição de referência no Brasil e desde a sua fundação combate o trabalho análogo à escravidão e o tráfico de pessoas com atuação junto aos imigrantes e refugiados que trabalham na cadeia produtiva da moda, no caso, nas oficinas de costura, muitas vezes, trabalho em condições precárias, no qual a instituição faz sensibilização e empoderamento para o trabalho digno e respeito aos Direitos Humanos, além de fazer incidência política junto ao poder público municipal, estadual e federal para potencializar políticas públicas que revertam esta triste realidade.

Denúncias: Disque 100 - Ministério dos Direitos Humanos

#imigrantes #refugiados #trabalhodigno #direitoshumanos #nãoaotrabalhoescravo
... Ver maisVeja menos

28 de Janeiro - Dia Nacional de Combate ao Trabalho EscravoO Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo é uma data que foi criada em homenagem aos auditores-fiscais do Trabalho Nélson José da Silva, João Batista Soares Lage e Eratóstenes de Almeida Gonçalves, além do motorista Aílton Pereira de Oliveira, que foram assassinados em Unaí, no dia 28 de janeiro de 2004, quando investigavam denúncias de trabalho escravo em uma das fazendas de Norberto Mânica. O episódio ficou conhecido como a chacina de Unaí.O Brasil encerrou o ano de 2019 com 1.054 pessoas resgatadas de situações análogas de trabalho escravo, resultado da fiscalização de 267 estabelecimentos. Os dados estão na última atualização do Radar da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.O CAMI se consolida como uma instituição de referência no Brasil  e desde a sua fundação combate o trabalho análogo à escravidão e o tráfico de pessoas com atuação junto aos imigrantes e refugiados que trabalham na cadeia produtiva da moda, no caso, nas oficinas de costura, muitas vezes, trabalho em condições precárias, no qual a instituição faz sensibilização e empoderamento para o trabalho digno e respeito aos Direitos Humanos, além de fazer incidência política junto ao poder público municipal, estadual e federal para potencializar políticas públicas que revertam esta triste realidade.Denúncias: Disque 100 - Ministério dos Direitos Humanos#imigrantes #refugiados #trabalhodigno #direitoshumanos #nãoaotrabalhoescravo

CAMI participa da Alasitas e recebe homenagem

Na sexta (24/01) foi realizada a festa da Alasitas 2020, tradicional celebração boliviana. Um dos eventos ocorreu no Largo do Rosário, bairro da Penha em São Paulo, organizada pela Feira Cultural dos Povos Andinos. Na Bolívia, Ekeko é um personagem em miniatura associado à abundância e prosperidade, e ele é a figura central no Festival de Alasitas, que na língua Aymara significa: "cómprame" (Compra de Mim). O CAMI foi um dos apoiadores do evento e contou com uma equipe de 7 pessoas que acompanharam as atividades, distribuíram o Jornal Nosotros Imigrantes e o Calendário 2020, além de divulgar os serviços gratuitos da instituição, inclusive, o CAMI recebeu uma homenagem da organização da Feira.

"Agradecemos este importante reconhecimento e estaremos trabalhando juntos e fortes para apoiar a comunidade e potencializar os direitos de todos os imigrantes", ressalta a peruana Isabel Torres da equipe de regularização migratória do CAMI ao receber a homenagem em nome da instituição. De acordo com o boliviano Fernando Mena, Presidente da Feira Cultural dos Povos Andinos, "Ficamos felizes pelo apoio do CAMI na Alasitas, que desde que eu conheci, sempre abriu as portas para toda a comunidade imigrante, que sempre nos apoia. E neste evento homenageamos o CAMI por conta de toda história e atuação em defesa dos imigrantes. É uma forma de reconhecermos o trabalho da instituição. A Festa da Alasitas nos faz pensar em esperança, sonhos e isso iremos conquistar juntos. Obrigado CAMI.", ressalta Fernando.

A celebração da Alasitas 2020 contou com danças folclóricas no qual grupos se apresentaram como o Salay Bolívia, Centro Cultural Kollasuyu Maya, Sensación de América, Delizman del Amor e Los Elegidos Del Escenario. Na gastronomia, diversos pratos e comidas típicas estiveram a disposição dos participantes como o "Plato Paceno", que leva milho, favas, batata e queijo.

A celebração teve momentos marcantes de culto ao sagrado, no qual oferendas foram feitas, simbolizando a prosperidade e a paz. Um pássaro branco foi solto ao ar por Cesar Quenta, caracterizando um dos momentos mais marcantes da Alasitas. Roxana Flores, oriunda de de La Paz, há 8 anos residindo no Brasil, relata a grandeza do evento, "Participar desta celebração é importante pois é um costume que veio dos meus avós, foi o que eles deixaram! Sempre nos levavam para a festividade da Alasitas, é importante mantermos esta tradição", destaca Roxana.

Miniaturas de casas, dinheiros de plástico e outros objetos eram ofertados aos participantes, para oferecer aos "Yatiris", que são os curandeiros da comunidade entre os Aymaras da Bolívia. A boliviana Natividad Espinoza, estava com uma barraca que vendia miniaturas de porcos, no caso, simboliza a abundância e cachorros, para manter as casas seguras. "As crianças, filhos de bolivianos que nascem no Brasil precisam saber da cultura do seu país. Necessitamos manter a tradição", destaca.
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

JALLALLA cami..adelante siempre

Hoje, 25 de janeiro é o aniversário da cidade de São Paulo que completa 466 anos. Município onde reside a maioria dos imigrantes e refugiados no Brasil, que buscam uma oportunidade, um recomeço em suas vidas, que se fortalecem entre seus pares de diversas nacionalidades.

Para simbolizar esta data, o CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante lança o calendário de 2020 com alguns dos grandes eventos e ações realizadas e apoiadas pela instituição na cidade de São Paulo ao longo do último ano, atividades que contaram com a atuação de diversos colaboradores, parceiros, voluntários, apoiadores, imigrantes e refugiados, que juntos ao longo destes anos atuam e se fortalecem na busca de um mundo mais igualitário e com respeito aos Direitos Humanos.

Esse ano o CAMI utiliza o coração azul, com intuito de lembrar o ano inteiro que estamos na luta de prevenção ao tráfico de pessoas e combate ao trabalho escravo.

Que sejamos "Livres com Direitos em Qualquer lugar do Mundo!".

Apreciem!!!

#imigrantes #refugiados #cidadedesaopaulo
... Ver maisVeja menos

Hoje, 25 de janeiro é o aniversário da cidade de São Paulo que completa 466 anos. Município onde reside a maioria dos imigrantes e refugiados no Brasil, que buscam uma oportunidade, um recomeço em suas vidas, que se fortalecem entre seus pares de diversas nacionalidades.Para simbolizar esta data, o CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante lança o calendário de 2020 com alguns dos grandes eventos e ações realizadas e apoiadas pela instituição na cidade de São Paulo ao longo do último ano, atividades que contaram com a atuação de diversos colaboradores, parceiros, voluntários, apoiadores, imigrantes e refugiados, que juntos ao longo destes anos atuam e se fortalecem na busca de um mundo mais igualitário e com respeito aos Direitos Humanos.Esse ano o CAMI utiliza o coração azul, com intuito de lembrar o ano inteiro que estamos na luta de prevenção ao tráfico de pessoas e combate ao trabalho escravo.Que sejamos Livres com Direitos em Qualquer lugar do Mundo!.Apreciem!!!#imigrantes #refugiados #cidadedesaopaulo

 

Comente no Facebook

Guarda o meu

Gostei

Eleições Congressuais Extraordinárias no Peru

Atenção peruanos residentes no Brasil!

Neste próximo domingo, dia 26 de janeiro, será realizada as eleições extraordinárias para o Congresso no Peru. A Oficina Nacional de Procesos Electorales (ONPE), órgão do governo peruano, conduzirá o processo eleitoral.

Para os mais de 30 mil peruanos residentes no Brasil, o Consulado Geral do Peru em São Paulo junto da ONPE, divulgou as informações dos locais de votação. Veja abaixo:

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

ELECCIONES CONGRESALES EXTRAORDINARIAS DEL 26 DE ENERO DE 2020:

INFORMA LOCALES DE VOTACIÓN

Se pone en conocimiento de la comunidad peruana residente, los locales de votación en las ciudades de São Pablo, Curitiba y Porto Alegre, donde se llevarán a cabo las Elecciones Congresales Extraordinarias, a tener lugar el domingo 26 de enero próximo:

Peruanos con domicilio en su DNI en los Estados de São Paulo y Mato Grosso do Sul:
São Paulo - Escuela Estadual Rodrigues Alves – Dirección: Av. Paulista 227- Bela Vista

Peruanos con domicilio en su DNI en el Estado de Paraná:
Curitiba - Iglesia “Nuestra Señora de Lourdes” – Dirección: Praça Italia 183- Jardim Botánico

Peruanos con domicilio en su DNI en los Estados de Rio Grande do Sul y Santa Catarina:
Porto Alegre - City Hotel Porto Alegre – Dirección: Rua Jose Montaury 20 - 1° Piso- Centro Histórico

Lista de Candidatos:
especiales.elcomercio.pe/?q=especiales/elecciones-2020-lista-candidatos-partidos-politicos-congre...

Cartilla ONPE
www.onpe.gob.pe/modElecciones/elecciones/elecciones2020/ECE2020/docs/capacitate/elector-educacion...

www.facebook.com/ConsuladoPeruEnSaoPaulo/videos/2490695097914532/

www.facebook.com/ONPEoficial/videos/593984951415348/
... Ver maisVeja menos

Eleições Congressuais Extraordinárias no PeruAtenção peruanos residentes no Brasil!Neste próximo domingo, dia 26 de janeiro, será realizada as eleições extraordinárias para o Congresso no Peru.  A Oficina Nacional de Procesos Electorales (ONPE), órgão do governo peruano, conduzirá o processo eleitoral.Para os mais de 30 mil peruanos residentes no Brasil, o Consulado Geral do Peru em São Paulo junto da ONPE, divulgou as informações dos locais de votação. Veja abaixo:-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ELECCIONES CONGRESALES EXTRAORDINARIAS DEL 26 DE ENERO DE 2020:INFORMA LOCALES DE VOTACIÓNSe pone en conocimiento de la comunidad peruana residente, los locales de votación en las ciudades de São Pablo, Curitiba y Porto Alegre, donde se llevarán a cabo las Elecciones Congresales Extraordinarias, a tener lugar el domingo 26 de enero próximo:Peruanos con domicilio en su DNI en los Estados de São Paulo y Mato Grosso do Sul:
São Paulo - Escuela Estadual Rodrigues Alves – Dirección: Av. Paulista 227- Bela VistaPeruanos con domicilio en su DNI en el Estado de Paraná:
Curitiba - Iglesia “Nuestra Señora de Lourdes” – Dirección: Praça Italia 183- Jardim BotánicoPeruanos con domicilio en su DNI en los Estados de Rio Grande do Sul y Santa Catarina:
Porto Alegre - City Hotel Porto Alegre – Dirección: Rua Jose Montaury 20 - 1° Piso- Centro HistóricoLista de Candidatos:
https://especiales.elcomercio.pe/?q=especiales/elecciones-2020-lista-candidatos-partidos-politicos-congreso-tu-decides-ecvisual-ecpm/index.htmlCartilla ONPE
https://www.onpe.gob.pe/modElecciones/elecciones/elecciones2020/ECE2020/docs/capacitate/elector-educacion-electoral.pdfhttps://www.facebook.com/ConsuladoPeruEnSaoPaulo/videos/2490695097914532/https://www.facebook.com/ONPEoficial/videos/593984951415348/Image attachment

CAMI participa do evento da Fashion Revolution

"Eu amo minhas roupas mas não gosto como elas são feitas", estes foram os dizeres de Ian Cook, membro do Fashion Revolution Global Coordination Team e professor na Universidade de Exeter no Reino Unido. Na terça-feira (21/01) o CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante, a convite da Fashion Revolution Brasil, participou da palestra sobre a cadeia produtiva da moda, evento realizado na organização Perestroika, localizada na zona oeste de São Paulo. A Fashion Revolution é um movimento global sem fins lucrativos, com equipes em mais de 100 países ao redor do mundo e faz campanha pela reforma sistêmica da indústria da moda, com foco na necessidade de maior transparência na cadeia de suprimentos de moda. O CAMI esteve representado pela facilitadora boliviana, Grécia Delgado.

Ian Cook é um dos responsáveis pelo curso online "Who Made My Clothes? (Quem faz minhas roupas?), disponível na plataforma Future Learn e pesquisador responsável também pelo site followthethings.com, onde reúne informações sobre as histórias por trás de quem fez diferentes tipos de produtos que consumimos (roupas, produtos de beleza, pilhas, alimentos, entre outros). Entre os grandes apontamentos, Cook refletiu sobre a cadeia produtiva da moda, ressaltando a importância do trabalho digno e os direitos humanos, os movimentos sociais que surgiram em outros países decorrentes da exploração da mão de obra, e sobretudo, a pedagogia que utiliza com os alunos dos seus cursos para a melhor compreensão da realidade, entre as quais, o método do educador brasileiro, Paulo Freire, no qual convida seus alunos a questionar sempre o que está estabelecido e dar um retorno para a sociedade, "É preciso valorizar a voz do aluno, sua criatividade e sua travessura", diz Cook.

Para Grécia Delgado da equipe do CAMI, "Este evento nos permitiu partilhar saberes e compreender como o tema é tratado em outros países, principalmente na Europa. As reflexões do professor Ian Cook são de suma importância para que possamos ter uma melhor atuação, na sensibilização e promoção de direitos, principalmente na área que atuamos no CAMI com imigrantes que trabalham nas oficinas de costura em São Paulo. A sociedade deve saber como suas roupas são confeccionadas, infelizmente, um número bem significativo com base na exploração da mão de obra!", destaca.

#direitoshumanos #imigrantes #trabalhodigno
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

Sensacional 👏👏🏿👏🏻

Rodrigo Rosa

21 de Janeiro - Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

O CAMI convida todas e todos a refletir sobre o dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, que foi instituído pela Lei Federal nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, data que faz uma homenagem à Mãe Gilda, do Ilê Axé Abassá de Ogum, Terreiro de Candomblé localizado nas imediações da Lagoa do Abaeté, bairro de Itapuã em Salvador. A Iyalorixá Mãe Gilda foi vítima de intolerância religiosa no fim de 1999 e tornou-se um símbolo do combate a esse tipo de intolerância no país, especialmente pelo fato de simbolizar religiões de matriz africana. Este grupo representa o maior número de vítimas de intolerância religiosa na atualidade.

Entre os membros do CAMI, 90% são pessoas de outros países como Angola, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru e República Democrática do Congo. Do ponto de vista religioso, no CAMI há ateus, católicos, evangélicos, judeus, praticantes do candomblé, fato que demostra a riqueza, diversidade e pluralidade de visões, que reflete positivamente nas diversas ações promovidas no cotidiano da instituição, pois o foco está na dignidade da pessoa, com o propósito de construir um mundo com justiça social, sustentável, onde a pessoa humana seja colocada em primeiro lugar.

Em diálogo com o CAMI, o Balalorixá Odesi (Pai Odesi), representante das religiões de matriz africana, ressalta a importância da data: "Embora seja uma camuflagem do racismo que assola e afeta principalmente e majoritariamente aos povos e comunidades tradicionais de matriz africana, é importante termos a data da intolerância religiosa que nos faz pensar, exigir e lembrar o merecimento do dia como uma liberdade de conceitos e sacralidade de culto religioso que deve ser amplo e irrestrito, principalmente num país que se diz laico, é importante termos e exigir essa liberdade e não nos basear num racismo e preconceito, para que possamos colher bons frutos num ambiente de paz e harmonia entre os ditos sagrados".
... Ver maisVeja menos

21 de Janeiro - Dia Nacional de Combate à Intolerância ReligiosaO CAMI convida todas e todos a refletir sobre o dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, que foi instituído pela Lei Federal nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007, data que faz uma homenagem à Mãe Gilda, do Ilê Axé Abassá de Ogum, Terreiro de Candomblé localizado nas imediações da Lagoa do Abaeté, bairro de Itapuã em Salvador. A  Iyalorixá  Mãe Gilda foi vítima de intolerância religiosa no fim de 1999 e tornou-se um símbolo do combate a esse tipo de intolerância no país, especialmente pelo fato de simbolizar religiões de matriz africana. Este grupo representa o maior número de vítimas de intolerância religiosa na atualidade.Entre os membros do CAMI, 90% são pessoas de outros países como Angola, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru e República Democrática do Congo. Do ponto de vista religioso, no CAMI  há ateus, católicos, evangélicos, judeus, praticantes do candomblé, fato que demostra a riqueza, diversidade e pluralidade de visões, que reflete positivamente nas diversas ações promovidas no cotidiano da instituição, pois o foco está na dignidade da pessoa, com o propósito de construir um mundo com justiça social, sustentável, onde a pessoa humana seja colocada em primeiro lugar.Em diálogo com o CAMI, o Balalorixá Odesi (Pai Odesi), representante das religiões de matriz africana, ressalta a importância da data: Embora seja uma camuflagem do racismo que assola e afeta principalmente e majoritariamente aos povos e comunidades tradicionais de matriz africana, é importante termos a data da intolerância religiosa que nos faz pensar, exigir e lembrar o merecimento do dia como uma liberdade de conceitos e sacralidade de culto religioso que deve ser amplo e irrestrito, principalmente num país que se diz laico, é importante termos e exigir essa liberdade e não nos basear num racismo e preconceito, para que possamos colher bons frutos num ambiente de paz e harmonia entre os ditos sagrados.

 

Comente no Facebook

Nossa muito legal essa matéria! Nos faz refletir e entender um pouco da história, da essência. Só julga aquele que não entende e que não quer entender. Infelizmente falta muita informação no nosso país. As leis não surgem por acaso e sim por necessidade, só faltam ser cumpridas... 👏👏🏿👏🏻

Babalorixa Odesi, Babalorixá Odesi II

Nesta próxima sexta-feira, dia 24/01, a partir das 10h no Largo do Rosário, bairro da Penha em São Paulo, será realizada a Alasitas, tradicional festa da comunidade boliviana.

Na Bolívia, Ekeko é um personagem em miniatura associado à abundância e prosperidade, e ele é a figura central no Festival de Alasitas, que na língua Aymara significa: "cómprame" (Compra de Mim). O evento conta com o apoio do CAMI e demais organizações.

Compareçam!!!
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

Samira Heathcliff

Julio César Di Sipio

Olha Eder Camacho

Rodas de Conversa com Mulheres Imigrantes no CAMI

Neste último sábado (18/01) a equipe das rodas de conversa com mulheres imigrantes do CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante, trabalho realizado na instituição desde o ano de 2012 e que abrange mais de 10 bairros da cidade de São Paulo e região, teve uma formação sobre violência doméstica e temas transversais de direitos humanos. A equipe é composta por mulheres imigrantes da América Latina. A formação foi realizada para a equipe de agentes multiplicadoras que atuam nas diversas regiões, foi ministrada pela advogada do CAMI, a boliviana Patricia Torrez, que fez um conjunto de reflexões junto das participantes.

De acordo com a advogada e coordenadora das rodas de conversa do CAMI, a colombiana Mirta Castellón, "O objetivo desta formação é qualificar as ações na ponta e uma melhor atuação e acompanhamento dos casos nas comunidades em que o CAMI atua, visando à prevenção da violência doméstica e o empoderamento das mulheres, sensibilizando à todas e todos, inclusive, os encaminhamentos junto aos equipamentos públicos da região. É preciso a atuação do Estado, na construção de ações coordenadas e interdisciplinar, para enfrentar a violência contra a mulher", destaca Mirta.
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

Parabéns Mirta pela sua dedicação no trabalho em defesa dos direitos daqueles que desconhecem a Lei e seus direitos, ou sabem mas não tem acesso. Você já está há alguns anos proporcionando isso. Espero que continue firme na sua missão!

Parabéns Mirta pelo trabalho, e todas que estam envolvidas, com muita lutas e Orações, vam conseguir os objetivos. Deus abençoe o trabalho lindo de vocês, que é defender a vida. Já está em minhas Orações.

Fico muito feliz em ler esta publicação, muito orgulho da Mirta Castellon e todas mulheres envolvidas neste projeto, por conseguir concretizar seu sonho e realmente ajudar as mulheres. Resultado de anos de luta, persistência e nunca desistir. Lindo trabalho em equipe. Parabéns.

A africana oriunda da República Democrática do Congo, Claudine Shindany, profissional que atua no setor de regularização migratória do CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante, em sua intervenção no 1º Encontro Internacional da Coalizão Negra por Direitos, realizado recentemente. Mesa "Conjuntura nacional, internacional e resistência diaspórica", que contou com representantes do Brasil, Equador, Colômbia e África do Sul.

"Nós, mulheres negras, na condição de imigrantes ou refugiadas, precisamos ter voz e poder de decisão nos diversos espaços, lutar pelos nossos direitos é reafirmar este empoderamento.Visibilizar a mulher hoje é pensar em diversos aspectos, como o papel da mulher no futuro do mercado de trabalho e o respeito aos direitos humanos em geral", ressalta Claudine.

#direitoshumanos
#Refugiados
#Mulheresnegras
... Ver maisVeja menos

A africana oriunda da República Democrática do Congo, Claudine Shindany, profissional que atua no setor de regularização migratória do CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante, em sua intervenção no 1º Encontro Internacional da Coalizão Negra por Direitos, realizado recentemente. Mesa Conjuntura nacional, internacional e resistência diaspórica, que contou com representantes do Brasil, Equador, Colômbia e África do Sul.Nós, mulheres negras, na condição de imigrantes ou refugiadas, precisamos ter voz  e poder de decisão nos diversos espaços, lutar pelos nossos direitos é reafirmar este empoderamento.Visibilizar a mulher hoje é pensar em diversos aspectos, como o papel da mulher no futuro do mercado de trabalho e o respeito aos direitos humanos em geral, ressalta Claudine.#direitoshumanos
#Refugiados
#MulheresnegrasImage attachment

 

Comente no Facebook

Te amo minha amiga linda, parabéns 👏👏👏👏 bravo !!! Já é uma vencedora. Saudades de você, bjinho.

Parabéns Claudine!!! Parabéns CAMI!!!👊👊

Esse evento foi um grande feito, precisa ser repetido anualmente

Muito legal como imigrantes eu sou Solidários com imigrantes latinos Boa sorte na vida e feliz Ano Novo 2020

Só verdades 👏👏🏿👏🏻

Claudine Shindany que coisa linda, parabéns a vc e a essa coalizão tão necessária

Vem passear aqui em casa....farei bastante crocantes pra você..kkk

+ Ver mais comentários

Em entrevista ao CAMI, brasileira relata trabalho de arteterapia com imigrantes e refugiados na Europa

No âmbito dos trabalhos internacionais realizados para imigrantes e refugiados, ainda numa área dominada por advogados, profissionais das relações internacionais, médicos, psicólogos, sociólogos, antropólogos, enfermeiros, assistentes sociais, entre outras profissões, há uma frente de artistas que atuam com arteterapia, como forma dos refugiados superarem os traumas, facilitar a integração e fortalecer vínculos. Algumas instituições internacionais como "Clowns Without Borders" (Palhaços sem fronteiras) criada em 1993, atua em mais de 40 países, sobretudo, os que estão em situações de conflito e geram fluxos de refugiados, como o Sudão, no continente africano, realizam performances artísticas nos próprios campos de refugiados. Há também o grupo "Pallasos em Rebeldía" (Palhaços em Rebeldia), criado pelo artista espanhol Iván Prado, grupo que dentre diversas atividades realizadas no que tange ao ativismo, justiça social, liberdade, fazem denúncias por meio da arte, inclusive, se posicionaram pela liberdade do palhaço palestino, Mohammed Abu Sakha, preso arbitrariamente pelas forças militares israelenses há 5 anos por organizar o "FestClown Palestina", um festival circense na região.

A paulistana, Nadja Moraes, 35 anos, há 3 anos reside na Europa, na cidade de Zurich, norte da Suíça e outrora, residiu na Polônia. Palhaça profissional há 17 anos, formada pelos Doutores da Alegria, com especialização em humor pela SP Escola de Teatro, instrutora de Yoga. De férias no meses de dezembro e janeiro em São Paulo, conheceu as instalações e o trabalho do CAMI e concedeu a entrevista para a instituição referente ao trabalho que realiza com imigrantes e refugiados na Suíça.

Em workshops que Nadja realiza em Zurich, que duram 2 dias, o evento reúne imigrantes e refugiados de diversos países como: Peru, México, China, Alemanha, Somália, Afeganistão, Turquia, Holanda, entre outros países. A artista destaca que "são imersões de 2 dias inteiros, com trabalho introspectivo, não verbal e há pessoas que choram, se emocionam, se identificam nas dores, e aos poucos constroem o riso. Nas migrações, há dois mundos paralelos, os que vão com bom emprego, ou com condições financeiras favoráveis, o lado de ser exótico, mas há outros que estão na batalha por condições básicas de refazer suas vidas. Em alguns países como a Polônia, a burocracia é muito difícil, vende-se o sonho de um país melhor, mas há alguém que sustenta esta realidade. Afegãos, turcos, somalis e outros que passaram por coisas mais terríveis, são os mais fáceis de se trabalhar nos workshops, já os que foram protegidos a vida inteira, tem mais dificuldade de se abrir. É com o toque, o olhar, a leveza da brincadeira que vamos acessar aqui aquela pessoa que se isola quando está vulnerável ". destaca.

No âmbito dos deslocamentos forçados, "Estas tragédias humanitárias fazem com que todos nós percamos a nossa humanidade, sem a humanidade o que você é?", indaga Nadja. "Quando você volta a fazê-los rir, a trabalhar a proximidade dos olhos nos olhos, no contato, você devolve o sentido, trabalhar o lúdico nestas situações é fundamental, com crianças e adultos, de todas as nacionalidades, e ajuda a pensar e entender a vida com mais clareza. É um trabalho importante, inclusive, para as comunidades de brasileiros residentes no exterior, que podem fortalecer seus vínculos de afeto, identidade, comunidade, visando a autonomia", ressalta Nadja.

No início de sua atuação, " Eu sempre vi este potencial terapêutico da linguagem do palhaço, eu percebia que mais do que o benefício de interagir com o palhaço é quando você aprende a ser palhaço. Eu vi desde que comecei a estudar este linguagem, vi tantas transformações em mim e meus colegas e de cara já comecei ensinando esta técnica em São Paulo, como ferramenta de integração e desenvolvimento pessoal. Quando me tornei emigrante na Europa eu me senti completamente deslocada, inadequada e como se não e pertencesse a lugar nenhum. Então eu entendi mais do que nunca, que este era o momento mais importante para que eu realmente fosse palhaça, e aplicasse estas técnicas, porque o palhaço é o maior desajustado que existe, por exemplo, é o que usa roupas muitos largas, esta sempre no lugar errado e hora errada, mas toda vez que ele cai, não é uma queda, é um rodopio, uma pirueta, uma dança, cai mas sempre se levanta. então, agora tenho oportunidade de realizar workshops na Suíça, de iniciar esta prática interagindo com imigrantes e refugiados de diversos países a lidarem com desconforto e a reencontrarem sua identidade, aprender a tirar proveito da sua individualidade, então, ajudá-los a se integrar", destaca.

"Por exemplo, primeiro as diferenças culturais fazem com que você se veja num mundo onde você é analfabeto de novo e com estes exercícios de improviso, principalmente nós trabalhamos o não verbal, a gente exercita a presença, o olhar, e dessa forma acessamos a nossa vulnerabilidade, e se vê que a partir dela a gente se conecta com o outro, eu costumo dizer que nos conectamos com o outro quando a gente conecta a nossa criança com a criança do outro. Nesse universo do palhaço, o palhaço é o que erra. Na vida somos educados que não podemos errar, e ao se tornar migrante parece que já somos errados, mas em muitos casos, muitos são as vítimas, como no caso dos refugiados. Não sei me comportar do jeito certo, falar do jeito certo, e isso unido as dificuldades práticas do dia a dia, limita muito e desencoraja a integração", aponta Nadja Moraes.

Referente alguns exemplos, "Os turcos que estiveram presentes no workshop estavam na condição de imigrantes, aparentemente alegres, mas ficavam muito no universo deles e interagiam apenas com outros homens, assim que eu cheguei para ministrar o workshop, olharam para mim de um jeito diferente e fizeram a pergunta para o líder, que respondeu que ela veio para ensinar, pois é a professora. Tinha uma questão de gênero forte. Eu tomei como pessoal para utilizar no trabalho. Temos um exercício que durante muito tempo, eles se encaram, e isso trás muitas emoções a tona, eu deixei propositalmente os rapazes com as garotas, uma música que os deixavam bem emotivos, muitos relaxaram neste momento, se abraçaram e a partir deste exercício, eles passaram a conversar mais, inclusive com as mulheres de forma mais harmônica e respeitosa. Nós utilizamos exercícios de improviso, nunca estamos despreparados para o desconhecido, a única ferramenta que eu tenho sou eu mesma, e abraçar tudo que eu represento me fortalece. Muitos me falam que não podem ser palhaço porque são tímidos. A chave é que tudo que você é, se torna bom e pode ser favorável para o que você quer fazer", ressalta Nadja.
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

Incrível, muito bom! Trouxe um diferencial envolvendo muita criatividade com amor naquilo que se faz...

Trabalho muito importante..para quem necessita de acolhida ..e principalmente..AMOR.

Que lindo trabalho!!! 👏👏👏👏

Que lindo Nadja Moraes...quero ir um dia e conhecer este trabalho. Bjus

O Jornal editado pelo CAMI, "Nosotros Imigrantes" é uma publicação bimestral da instituição e chega a sua 39º edição. Distribuído para diversas comunidades de imigrantes e refugiados.

Ao longo desses 10 anos aborda as diversas situações migratórias e a atuação da instituição em diversas frentes de trabalho. Aprecie e leitura!

Clique no link abaixo para realizar o download da última edição lançada neste mês de janeiro de 2020:

drive.google.com/open?id=1iu7wWDnBJCT6sKawCtTlKUCG_-HT99H9
... Ver maisVeja menos

O Jornal editado pelo CAMI, Nosotros Imigrantes é uma publicação bimestral da instituição e chega a sua 39º edição. Distribuído para diversas comunidades de imigrantes e refugiados.Ao longo desses 10 anos aborda as diversas situações migratórias e a atuação da instituição em diversas frentes de trabalho. Aprecie e leitura!Clique no link abaixo para realizar o download da última edição lançada neste mês de janeiro de 2020:https://drive.google.com/open?id=1iu7wWDnBJCT6sKawCtTlKUCG_-HT99H9

O site do CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante aborda as áreas de atuação, histórico da instituição além de outras informações importantes para o fortalecimento dos direitos dos imigrantes e refugiados. Clique no link abaixo e interaja!!!

www.cami.org.br
... Ver maisVeja menos

O site do CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante aborda as áreas de atuação, histórico da instituição além de outras informações importantes para o fortalecimento dos direitos dos imigrantes e refugiados. Clique no link abaixo e interaja!!!www.cami.org.br

CAMI relembra os 10 anos do terremoto no Haiti

Há exatos 10 anos, no dia 12 de janeiro de 2010, um terremoto de magnitude 7,0 na escala Richter atingia o Haiti, deixou uma série de feridos, desabrigados e mortos, estima-se que mais de 200 mil pessoas perderam a vida no triste episódio. Diversos edifícios desabaram, inclusive o palácio presidencial da capital Porto Príncipe.

Entre os feridos e mortos, estão alguns brasileiros, entre os quais, a médica Zilda Arns Neumann, 73 anos, coordenadora internacional da Pastoral da Criança, médica pediatra e sanitarista. Também morreram
21 soldados brasileiros da força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) chefiada pelo Brasil.

Frente a falta de estrutura e busca para continuar suas vidas no país devastado pelo terremoto, uma das consequências foi o deslocamento massivo de haitianos para o Brasil e outros países da região. Estima-se que no auge da migração, mais de 100 mil estiveram no Brasil, em especial, nas grandes cidades como São Paulo.

A vinda de haitianos para o Brasil escancarou a falta de políticas públicas para os imigrantes e refugiados no país. A partir disso, algumas iniciativas legislativas e de políticas públicas foram criadas, como o visto humanitário em 2012, que regulou o deslocamento para o Brasil.

Ainda hoje, milhares de haitianos que vivem no Brasil reclamam a falta de um consulado haitiano em grandes cidades como São Paulo, pois só existe a representação diplomática em Brasília, fato que dificulta a ida para obter documentos, denunciam o racismo e a xenofobia existentes na sociedade brasileira, vivem majoritariamente nas periferias das grandes cidades, esquecidos pelo poder público local, situações que requer um olhar atento e uma atuação da sociedade civil organizada, dos próprios órgãos públicos e dos haitianos como protagonistas para transformar esta realidade. Como consta os dizeres da bandeira haitiana, traduzido para o português, "A União faz a forca!".
... Ver maisVeja menos

CAMI relembra os 10 anos do terremoto no HaitiHá exatos 10 anos, no dia 12 de janeiro de 2010, um terremoto de magnitude 7,0 na escala Richter atingia o Haiti, deixou uma série de feridos, desabrigados e mortos, estima-se que mais de 200 mil pessoas perderam a vida no triste episódio. Diversos edifícios desabaram, inclusive o palácio presidencial da capital Porto Príncipe.Entre os feridos e mortos, estão alguns brasileiros, entre os quais, a médica Zilda Arns Neumann, 73 anos, coordenadora internacional da Pastoral da Criança, médica pediatra e sanitarista. Também morreram
21 soldados brasileiros da força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) chefiada pelo Brasil.Frente a falta de estrutura e busca para continuar suas vidas no país devastado pelo terremoto, uma das consequências foi o deslocamento massivo de haitianos para o Brasil e outros países da região. Estima-se que no auge da migração, mais de 100 mil estiveram no Brasil, em especial, nas grandes cidades como São Paulo.A vinda de haitianos para o Brasil escancarou a falta de políticas públicas para os imigrantes e refugiados no país. A partir disso, algumas iniciativas legislativas e de políticas públicas foram criadas, como o visto humanitário em 2012, que regulou o deslocamento para o Brasil.Ainda hoje, milhares de haitianos que vivem no Brasil reclamam a falta de um consulado haitiano em grandes cidades como São Paulo, pois só existe a representação diplomática em Brasília,  fato que dificulta a ida para obter documentos,  denunciam o racismo e a xenofobia existentes na sociedade brasileira, vivem majoritariamente nas periferias das grandes cidades, esquecidos pelo poder público local, situações que requer um olhar atento e uma atuação da sociedade civil organizada, dos próprios órgãos públicos e dos haitianos como protagonistas para transformar esta realidade. Como consta os dizeres da bandeira haitiana, traduzido para o português, A União faz a forca!.

 

Comente no Facebook

Muita boa a matéria, de forma simples e clara para que todos entendam a história dessas pessoas. 👏🏻👏🏿👏

Bom trabalhoo CAMI,pastor Jean da Haibra

https://globoplay.globo.com/v/8229459/?utm_source=twitter&utm_medium=organico&utm_campaign=jh&utm_content=post

Matrícula de crianças e adolescentes imigrantes ou em situação de refúgio nas escolas estaduais ou municipais. Veja o caminho a seguir para garantir o direito à educação!!! 🎒🖌📕✏️📐📗 ... Ver maisVeja menos

Matrícula de crianças e adolescentes imigrantes ou em situação de refúgio nas escolas estaduais ou municipais. Veja o caminho a seguir para garantir o direito à educação!!! 🎒🖌📕✏️📐📗

In Memorian - CAMI homenageia o refugiado congolês José Bolayenge

Há exatos dois anos de sua passagem, o CAMI relembra e homenageia o ativista e grande liderança africana, José Bolayenge - refugiado congolês que faleceu aos 51 anos de idade, no início de janeiro de 2018 na cidade de São Paulo. José se refugiou no Brasil em 2012 por conta do conflito instaurado no seu país de origem, República Democrática do Congo. Ele era funcionário público e por conta das constantes ameaças do governo de Joseph Kabila, teve que deixar as pressas o país e se refugiou no Brasil, local de destino no qual passou por diversas dificuldades desde a chegada no Aeroporto Internacional de Guarulhos, no qual foi assaltado e perdeu o pouco dinheiro que conseguiu juntar, até a dificuldade de conseguir espaço emergencial numa casa de acolhida na maior metrópole da América Latina. Ele solicitou o refúgio no Brasil mas o pedido foi negado pelo governo na época. José esperava há mais de 5 anos uma resposta do recurso que infelizmente, não chegou em vida.

Após um período por São Paulo, morou em Santa Catarina, atuava como pastor em uma igreja evangélica e trabalhava numa empresa de corte de carne. Retornou para São Paulo em 2015 e conseguiu apenas um trabalho de faxineiro numa empresa terceirizada, mesmo com registro em carteira, o salário mal dava para pagar uma habitação digna, então, José morou em uma das diversas ocupações do centro da cidade de São Paulo. Neste período, reencontrou amigos do CAMI e colaborou em algumas frentes, em especial, contribuiu com o projeto "FRONTEIRA LIVRE", conduzido pela parceria do CAMI junto da Goma Oficina e outros artistas, atividade que contou com a participação de imigrantes e refugiados latino-americanos e africanos para a construção das bandeiras para a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, expostas nas estações de metrô e CPTM (nas estações Barra-Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé e Itaquera). José era uma liderança que sempre colaborava com os demais imigrantes e refugiados, em especial, os moradores das ocupações, com orientações sobre como se regularizar, moradia, alimentação e outras questões, além de sensibilizar brasileiros sobre as diversas causas das migrações e refúgio. Atuava também junto de outras organizações, era uma pessoa que sempre buscava o melhor para todas e todos, sempre gentil e com sorriso em sua face.

Em agosto de 2017, numa consulta médica, foi alertado de um câncer em um dos rins. Iniciou um tratamento de quimioterapia, mesmo debilitado e morando em um prédio ocupado, trabalhava forte junto de sua comunidade, inclusive, participou da construção da 11ª Marcha dos Imigrantes e Refugiados. Tentou trazer a irmã da República Democrática do Congo para cuidar dele, mas o visto foi negado pela autoridade consular brasileira na época, impossibilitando a vinda dela. Estava sozinho! Contava com a ajuda de membros do CAMI que o visitava e acompanhavam toda a sua situação junto aos médicos. Infelizmente, o câncer avançou e o deixou acamado, fato que obstruiu sua saída do hospital nos últimos dias de sua vida. José faleceu no dia 4 de janeiro de 2018, foi enterrado na cidade de São Paulo. Partiu sem uma resposta do reconhecimento da sua condição de refugiado por parte do Estado brasileiro.

Que o exemplo de José Bolayenge, que foi uma grande liderança das comunidades migrantes em São Paulo, que atuava com diversos grupos, nacionalidades, organizações e movimentos sociais, sirva de exemplo e inspiração para que todas e todos tenham mais solidariedade. É preciso "Deixar o medo de lado", frase escrita por José em uma das faixas expostas nas estações de metrô na exposição da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo. Nos lembraremos sempre de você guerreiro!!! ❤️❤️🙏🏽🙏
... Ver maisVeja menos

In Memorian - CAMI homenageia o refugiado congolês José BolayengeHá exatos dois anos de sua passagem, o CAMI relembra e homenageia o ativista e grande liderança africana, José Bolayenge - refugiado congolês que faleceu aos 51 anos de idade, no início de janeiro de 2018 na cidade de São Paulo. José se refugiou no Brasil em 2012 por conta do conflito instaurado no seu país de origem, República Democrática do Congo. Ele era funcionário público e por conta das constantes ameaças do governo de Joseph Kabila, teve que deixar as pressas o país e se refugiou no Brasil, local de destino no qual passou por diversas dificuldades desde a chegada no Aeroporto Internacional de Guarulhos, no qual foi assaltado e perdeu o pouco dinheiro que conseguiu juntar, até a dificuldade de conseguir espaço emergencial numa casa de acolhida na maior metrópole da América Latina. Ele solicitou o refúgio no Brasil mas o pedido foi negado pelo governo na época. José esperava há mais de 5 anos uma resposta do recurso que infelizmente, não chegou em vida.Após um período por São Paulo, morou em Santa Catarina, atuava como pastor em uma igreja evangélica e trabalhava numa empresa de corte de carne. Retornou para São Paulo em 2015 e conseguiu apenas um trabalho de faxineiro numa empresa terceirizada, mesmo com registro em carteira, o salário mal dava para pagar uma habitação digna, então, José morou em uma das diversas ocupações do centro da cidade de São Paulo. Neste período, reencontrou amigos do CAMI e colaborou em algumas frentes, em especial, contribuiu com o projeto FRONTEIRA LIVRE, conduzido pela parceria do CAMI junto da Goma Oficina e outros artistas, atividade que contou com a participação de imigrantes e refugiados latino-americanos e africanos para a construção das bandeiras para a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, expostas nas estações de metrô e CPTM (nas estações Barra-Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé e Itaquera). José era uma liderança que sempre colaborava com os demais imigrantes e refugiados, em especial, os moradores das ocupações, com orientações sobre como se regularizar, moradia, alimentação e outras questões, além de sensibilizar brasileiros sobre as diversas causas das migrações e refúgio. Atuava também junto de outras organizações, era uma pessoa que sempre buscava o melhor para todas e todos, sempre gentil e com sorriso em sua face.Em agosto de 2017, numa consulta médica, foi alertado de um câncer em um dos rins. Iniciou um tratamento de quimioterapia, mesmo debilitado e morando em um prédio ocupado, trabalhava forte junto de sua comunidade, inclusive, participou da construção da 11ª Marcha dos Imigrantes e Refugiados. Tentou  trazer a irmã da República Democrática do Congo para cuidar dele, mas o visto foi negado pela autoridade consular brasileira na época, impossibilitando a vinda dela. Estava sozinho! Contava com a ajuda de membros do CAMI que o visitava e acompanhavam toda a sua situação junto aos médicos. Infelizmente, o câncer avançou e o deixou acamado, fato que obstruiu sua saída do hospital nos últimos dias de sua vida. José faleceu no dia 4 de janeiro de 2018, foi enterrado na cidade de São Paulo. Partiu sem uma resposta do reconhecimento da sua condição de refugiado por parte do Estado brasileiro.Que o exemplo de José Bolayenge, que foi uma grande liderança das comunidades migrantes em São Paulo, que atuava com diversos grupos, nacionalidades, organizações e movimentos sociais, sirva de exemplo e inspiração para que todas e todos tenham mais solidariedade. É preciso Deixar o medo de lado, frase escrita por José em uma das faixas expostas nas estações de metrô na exposição da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo. Nos lembraremos sempre de você guerreiro!!! ❤️❤️🙏🏽🙏Image attachmentImage attachment

 

Comente no Facebook

Grande irmão José! Parceiro de muitas lutas. Estivemos juntos nos momentos felizes e nos momentos tristes. Jamais esqueceremos!!!

Que lembrança heim! 😭 Tento segurar mais uma vez lágrimas, mas não consigo. Aaahhh José, longé dos irmas, irmãos, longé da sua terra natal... nada fácil.. amanhã pode ser eu😢 . José, não esquemos seu sorriso e sua luta de todos dias. Descanse em paz irmão. Pena na kimia ndeko na ngai., Mabele kaka moko, ata musika na mabele ya ba Koko.😭

E triste mais e tan lindo lembrar de uma pessoa como era José do Congo ,como eu conheci ,saudades dele e do que ele representava uma pessoa super querida saudades José

Lembrar a José 🙏🙏😔 és tomar força para estar em luta, de uma moradia digna para imigrantes de que moram em Brasil

Fazer memória do José, é fazer memória da grande necessidade de líderes que pensam em suas comunidades e que mesmo distantes de suas famílias, mantêm os seus sonhos....

descanse em paz mon vieux! nous ne t'oublierons jamais!!!

Acho que deve existir imigrantes bem sucedidos que possam contribuir com uma ajuda efetiva, pergunto nenhuma das autoridades pode oferecer o trabalho digno pra ele? Sempre se espera que o governo faça, porque não as pessoas, será que não existem homens de bem comprometidos dispostos a ajudar? Empresarios, médicos, advogados? Até quando vamos esperar que pessoas morram pra nós doar ao bem comum?

+ Ver mais comentários

3 semanas atrás

CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante

Que mundo você quer construir em 2020 e nos próximos anos?

O CAMI faz parte do Brasil de Direitos, plataforma online dedicada à defesa e promoção dos direitos de todas e de todos. Uma plataforma de conteúdos onde ativistas atuantes no país inteiro contam suas histórias — e falam sobre o mundo que constroem, diariamente, através de seu trabalho.
Um mundo mais justo, mais livre e com respeito à diversidade.

O site é uma iniciativa do Fundo Brasil, em parceria com organizações de defesa de direitos das cinco regiões do país.
Venha participar dessa conversa com a gente!
Informe-se. Compartilhe uma visão diferente.

www.facebook.com/699622557165682/posts/809897442804859/

Brasil de Direitos
Que mundo você quer construir? A Brasil de Direitos é um espaço online dedicado à defesa e promoção dos direitos de todas e de todos. Uma plataforma de conteúdos onde ativistas atuantes no país inteiro contam suas histórias — e falam sobre o mundo que constroem, diariamente, através de seu trabalho. Um mundo mais justo, mais livre e com respeito à diversidade. O site é uma iniciativa do Fundo Brasil, em parceria com organizações de defesa de direitos das cinco regiões do país. Venha participar dessa conversa com a gente! Informe-se. Comente. Compartilhe uma visão diferente. - https://bit.ly/36atXDU
... Ver maisVeja menos

O CAMI deseja à todas e todos um Feliz 2020 repleto de saúde, paz, vigor e determinação para alcançar os objetivos e muita força para resistirmos às adversidades. Agradecemos os colaboradores, parceir@s, voluntári@s, professores, às diversas nacionalidades de imigrantes e refugiados que juntos fizeram a diferença nas atividades realizadas pela instituição ao longo do ano de 2019. Que recebam o nosso carinho e agradecimento especial!!! 👏🏽👏🏽😁😘👏🏿👏😉

Para simbolizar este momento da passagem de ano, o clipe abaixo lançado recentemente pelos nossos amigos do grupo "Soul da Paz", com a música: "Somos todos Iguais", composto por representantes de diversas religiões: judeus, católicos, muçulmanos, camdomblecistas, umbandistas, evangélicos, hinduístas, budistas e também ateus. Entre os músicos, consta a presença de Dom Flávio Irala, Arcebispo da Igreja Anglicana e Presidente do CAMI. Todos trazem votos de Paz e respeito às diferenças, que as fronteiras das intolerâncias presente na nossa sociedade sejam superadas. Que juntos, todos nós possamos transformar a realizade de muitos neste próximo ciclo.
🤝🏿♥️🤝

Que venha 2020!!!

Qua a paz esteja convosco!
Salaam Aleikum
Axé
Shalom Alechem
Saravá Orixás
Namastê
Bònn Ané
Pachamama bendiga a todos!
Saudações e paz!
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

Muito bom esse vídeo felicitações FELIZ ano Novo 2020 um grande abraço CAMI em nosso coração

Fantástico esse vídeo, sensacional 👏🏿👏🏻👏

Agradeço e retribuo.

Sensacional!!! 👏👏👏👏👏

Lindo felicitaciones CAMI feliz ano novo

+ Ver mais comentários

Na Festa de Natal organizada pelo CAMI no mês de Dezembro, mais de 300 crianças de várias nacionalidades latino-americanas e africanas, entre as quais, bolivianas, peruanas, angolanas, congolesas, biafranas, ganharam presentes do Papai Noel e interagiram com personagens de super heróis, brincadeiras lúdicas, jogos de vídeo game entre outras atividades.

Agradecimentos as madrinhas e os padrinhos que contribuíram para a realização deste dia importante.

Créditos das Fotos: Cabelo
... Ver maisVeja menos

CAMI atua na Festa de Natal dos Povos Andinos

O CAMI colaborou com a Festa de Natal da Feira Cultural dos Povos Andinos, realizada neste último domingo (22/12) no bairro da Penha em São Paulo. Participaram mais de 2 mil pessoas, entre as quais, bolivianos e peruanos, pais, mães e principalmente os filhos, que brincaram nos equipamentos instalados e receberam presentes e lanches dos organizadores do evento. A celebração contou também com a presença da organização Cidade Escola Aprendiz, com um projeto de incentivar os alunos a estudarem nos diversos níveis escolares. Grécia Delgado e Isabel Torres da equipe do CAMI atuaram junto a organização da Feira.

De acordo com o organizador, o boliviano oriundo da região de La Paz, Fernando Mena, que reside no Brasil há 7 anos, "Esta festa é importante para a comunidade andina, muitos não tem uma vida fácil aqui no Brasil e nosso intuito é ajudá-los, somos irmãos e irmãs, todos capazes de transformar nossas vidas! Que tenham uma Festa de Natal digna. O apoio do CAMI neste evento foi fundamental pois sempre colaboram com a nossa comunidade e falam sobre nossos direitos!", ressalta Fernando.

Para Grécia Delgado do CAMI, "Parabenizamos a iniciativa. É gratificante colaborar com este evento natalino e outros realizados no decorrer do ano, sobretudo, no que tange aos direitos dos imigrantes e refugiados", destaca.
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

Parabéns don Fernando usted siempre velando por las personas e dando una donrisa parabéns pelo apoio CAMI

Que bien dando una sonrisa a -los niños

Nos últimos dias, os africanos de Biafra (território localizado na Nigéria) fizeram sua festa de confraternização de fim de ano no CAMI. Participaram mais de 100 pessoas, entre membros de suas famílias e demais apoiadores brasileiros na celebração que contou com cantos típicos, comidas e principalmente, mensagens de paz e solidariedade para os conterrâneos que estão em Biafra e se sentem marginalizados pelo governo nigeriano.

Nas palavras de um dos organizadores do evento, o biafrano Will, "Este evento foi importante para fortalecer nosso laços, e que a sociedade brasileira compreenda muitas das questões difíceis e violências que acontecem no nosso território de origem. Muitos de nós ainda possuem parentes lá em Biafra. Nos sentimos gratificados pelo apoio que recebemos aqui no BrasiI, em especial, de alguns ativistas brasileiros e do CAMI", destaca.
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

👏👏👏👏👏👏👏👏

👋👋👋👋👋👋👋👋

No ano de 2019 o CAMI foi selecionado pelo Grupo Bridge, empresa que tem como principal foco o desenvolvimento de pessoas e de organizações, que neste ano comemorou 24 anos de atuação. Ao CAMI foi ofertado diversas formações e atividades ao longo de 10 meses, ministradas pela excelente psicóloga Bárbara Crespo, com o objetivo de potencializar as diversas visões e atuação dos profissionais da instituição.

Nossos agradecimentos ao Grupo Bridge pela oportunidade e por colaborar conosco para o fortalecimento do CAMI. Certamente terá impactos super positivos no cotidiano do trabalho social realizado pelos diversos profissionais e apoiadores da instituição que atuam em inúmeras áreas e setores!!! 😁😉😆👏👏👏🏽👏🏽👏🏿👏🏿
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

Nesta linda troca, nós ganhamos mais....Gratidão! Bjo e boas festas!

Gratidão pela troca e aprendizado!

Que beleza Bárbara. Parabéns por esse trabalho.

18 de Dezembro - Dia Internacional dos Imigrantes

O dia 18 de dezembro é a data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o dia Internacional dos Imigrantes. Estabelecida em 18 de Dezembro de 1990, quando foi aprovada a Convenção Internacional sobre a Proteção dos Direitos de todos os Trabalhadores Migrantes e dos Membros de suas Famílias. Estima-se que mais de 270 milhões de pessoas no mundo busquem em diferentes países novas oportunidades de (re)construírem suas vidas.

Em razão desta data, é realizada em São Paulo a Marcha dos Imigrantes e Refugiados no início de dezembro, organizada pelo CAMI e demais organizações que juntos, procuram dar visibilidade ao tema no Brasil.

O CAMI convida todas e todos a refletirem esta data importante, a discriminação, racismo e xenofobia presentes na nossa sociedade e que atinge muitos imigrantes e refugiados, da questão de gênero das mulheres imigrantes e LGBT+ no país e no mundo, da situação das crianças migrantes, o protagonismo e as lutas diárias, a vulnerabilidades das travessias, situação laboral, trabalho análogo à escravidão e também o tráfico de pessoas que muitos imigrantes sao vítimas, enfim, das diversas violações de direitos humanos que muitos ainda passam nos países de destino, dos conflitos nos países de origem no qual pedem Paz e se posicionam por um mundo mais igualitário e com justiça social. Por isso reafirmamos o lema da 13a Marcha dos Imigrantes e Refugiados: "Para igualdade e dignidade não existem fronteiras: Livres com direitos em qualquer lugar do mundo".
... Ver maisVeja menos

18 de Dezembro - Dia Internacional dos ImigrantesO dia 18 de dezembro é a data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o dia Internacional dos Imigrantes. Estabelecida em 18 de Dezembro de 1990, quando foi aprovada a Convenção Internacional sobre a Proteção dos Direitos de todos os Trabalhadores Migrantes e dos Membros de suas Famílias. Estima-se que mais de 270 milhões de pessoas no mundo busquem em diferentes países novas oportunidades de (re)construírem suas vidas.Em razão desta data, é realizada em São Paulo a Marcha dos Imigrantes e Refugiados no início de dezembro, organizada pelo CAMI e demais organizações que juntos, procuram dar visibilidade ao tema no Brasil.O CAMI convida todas e todos a refletirem esta data importante, a discriminação, racismo e xenofobia presentes na nossa sociedade e que atinge muitos imigrantes e refugiados, da questão de gênero das mulheres imigrantes e LGBT+ no país e no mundo, da situação das crianças migrantes, o protagonismo e as lutas diárias, a vulnerabilidades das travessias, situação laboral, trabalho análogo à escravidão e também o tráfico de pessoas que muitos imigrantes sao vítimas, enfim, das diversas violações de direitos humanos que muitos ainda passam nos países de destino, dos conflitos nos países de origem no qual pedem Paz e se posicionam por um mundo mais igualitário e com justiça social. Por isso reafirmamos o lema da 13a Marcha dos Imigrantes e Refugiados: Para igualdade e dignidade não existem fronteiras: Livres com direitos em qualquer lugar do mundo.Image attachment

CAMI participa da reunião do COETRAE

Na última sexta-feira (13) foi realizada a reunião ordinária da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo - COETRAE, órgão vinculado à Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania, coordenado pelo Dr. Ricardo Alves, que reúne membros do Poder Público e sociedade civil com o objetivo de criar ações e políticas públicas de enfrentamento ao trabalho análogo à escravidão e o tráfico de pessoas. Foram dialogados questões sobre a construção do Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo, que avançou e irá para assinatura por parte do Poder Executivo Estadual, além disso, a chamada para as instituições, todas que faziam parte da COETRAE para recomeçar, não somente as reuniões mas olhar para o futuro em vista do Plano e como vai ser o funcionamento de cada uma das instituições dentro do mesmo, além do alinhamento com o Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo.

O CAMI participa desde a sua fundação e possui uma cadeira no órgão. Foi representado na reunião pelo coordenador Roque Pattussi e a assistente social Carla Aguilar, que juntos contribuíram para potencializar políticas no que tange aos imigrantes. "As reuniões do COETRAE são de suma importância para junto ao governo e outras organizações, definir um fluxo de atendimento, de forma que pessoas vítimas do trabalho análogo à escravidão e também as que são vítimas do tráfico de pessoas, possam ter seus direitos e dignidade respeitados", ressalta Carla Aguilar do CAMI.
... Ver maisVeja menos

CAMI participa da reunião do COETRAENa última sexta-feira (13) foi realizada a reunião ordinária da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo - COETRAE, órgão vinculado à Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania, coordenado pelo Dr. Ricardo Alves, que reúne membros do Poder Público e sociedade civil com o objetivo de criar ações e políticas públicas de enfrentamento ao trabalho análogo à escravidão e o tráfico de pessoas. Foram dialogados questões sobre a construção do Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo, que avançou e irá para assinatura por parte do Poder Executivo Estadual, além disso, a chamada para as instituições, todas que faziam parte da COETRAE para recomeçar, não somente as reuniões mas olhar para o futuro em vista do Plano e como vai ser o funcionamento de cada uma das instituições dentro do mesmo, além do alinhamento com o Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo.O CAMI participa desde a sua fundação e possui uma cadeira no órgão. Foi representado na reunião pelo coordenador Roque Pattussi e a assistente social Carla Aguilar, que juntos contribuíram para potencializar políticas no que tange aos imigrantes. As reuniões do COETRAE são de suma importância para junto ao governo e outras organizações, definir um fluxo de atendimento, de forma que pessoas vítimas do trabalho análogo à escravidão e também as que são vítimas do tráfico de pessoas, possam ter seus direitos e dignidade respeitados, ressalta Carla Aguilar do CAMI.Image attachment

1 mês atrás

CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante

... Ver maisVeja menos

Festa de Natal para mais de 300 crianças imigrantes e refugiadas

O CAMI organizou no último sábado (14) a Festa de Natal para as crianças imigrantes e refugiadas. O evento foi realizado na Escola Estadual Marechal Deodoro, localizada no centro de São Paulo. Participaram mais de 300 crianças filhos das participantes das Rodas de Conversa com mulheres imigrantes do CAMI, bolivianas, peruanas, e as crianças africanas de Biafra, República Democrática do Congo, Angola e outros países africanos. Todas receberam brinquedos e participaram das atividades como jogos de vídeo game, interação com os personagens de super heróis, jogos lúdicos, apreciaram lanches junto das suas mães, pais e demais familiares. Foi lindo ver os rostos de alegria e descontração das crianças e todos os participantes.

Agradecimentos as madrinhas e padrinhos que ajudaram na campanha de doação das sacolinhas de Natal para as crianças imigrantes e refugiadas:

Mirta Castellon
Andrea Franklin
Ingrid Soto Escobar Ribeiro
Arlet Soto
Alexandre Vieira da Silva - Colégio Inovati
Heloisa Vieira da Silva - COMVEST UNICAMP
Vanessa Muhlenbruch - Força Estudo Personalizado
... Ver maisVeja menos

 

Comente no Facebook

Parabéns ! Esse é o verdadeiro espirito natalino .

Parabéns! 👏👏👏👏👏

Foi muito bom mesmo amei

DEUS ABENÇOE COM TODO E TUDO DE BOM. MUITO LINDO

maravilha... successo mesmo

Alexandre Vieira da Silva 🙏

Vanessa Muhlenbruch Heloisa Vieira

+ Ver mais comentários

Visualizar mais
×

Olá! Precisa de ajuda? Em que podemos ajudar?

× Como posso te ajudar?
Share This