CAMI participa do Lançamento do Índice de Transparência da Moda no Brasil

O CAMI participou na última terça-feira (10/12) do Lançamento do "Índice de Transparência da Moda no Brasil", organizado pela Fashion Revolution, organização mundial que busca a conscientização sobre o verdadeiro custo da moda e seu impacto no mundo. O evento foi realizado na UNIBES Cultural em São Paulo e contou com diversos participantes de organizações e movimentos referentes a cadeia produtiva. O ebook do Índice de Transparência da Moda no Brasil 2019, que analisa em que medida grandes marcas e varejistas brasileiras divulgam publicamente informações sobre sua cadeia produtiva pode ser baixado no seguinte link: bit.ly/itmb2019

O CAMI esteve representado por Neli dos Anjos, que participou do painel que discutiu os reflexos do relatório no setor da mídia e a relação com a migração. "Este índice trás grandes reflexões da cadeia produtiva da moda e quando a Fashion Revolution socializa estas informações de forma que sejam acessíveis, possibilita uma maior reflexão para os consumidores em relação aos fornecedores, para que não se utilizem de pessoas vítimas do trabalho análogo à escravidão na cadeia produtiva da moda, um dos eixos de atuação do CAMI que combate tais práticas", ressalta Neli dos Anjos.
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CAMI participa do Lançamento do Índice de Transparência da Moda no BrasilO CAMI participou na última terça-feira (10/12) do Lançamento do Índice de Transparência da Moda no Brasil, organizado pela Fashion Revolution, organização mundial que busca a conscientização sobre o verdadeiro custo da moda e seu impacto no mundo. O evento foi realizado na UNIBES Cultural em São Paulo e contou com diversos participantes de organizações e movimentos referentes a cadeia produtiva. O ebook do Índice de Transparência da Moda no Brasil 2019, que analisa em que medida grandes marcas e varejistas brasileiras divulgam publicamente informações sobre sua cadeia produtiva pode ser baixado no seguinte link: bit.ly/itmb2019O CAMI esteve representado por Neli dos Anjos, que participou do painel que discutiu os reflexos do relatório no setor da mídia e a relação com a migração. Este índice trás grandes reflexões da cadeia produtiva da moda e quando a Fashion Revolution socializa estas informações de forma que sejam acessíveis,  possibilita uma maior reflexão para os consumidores em relação aos fornecedores, para que não se utilizem de pessoas vítimas do trabalho análogo à escravidão na cadeia produtiva da moda, um dos eixos de atuação do CAMI que combate tais práticas, ressalta Neli dos Anjos.Image attachmentImage attachment

Membros do CAMI recebem homenagem da Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania

Na segunda-feira (9/12), em comemoração ao Dia dos Direitos Humanos (10/12), a Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania organizou uma Feira de Direitos no Pátio do Colégio, com diversos serviços, orientação e promoção dos direitos humanos para a população.

Na abertura, nas dependências da prédio histórico situado no centro de São Paulo, o Secretário da Justica e Cidadania, Dr.Paulo Dimas Mascaretti, ressaltou a importância do trabalho pensando no bem comum, no diálogo e na conscientização das pessoas. Durante o evento, foi lançada a cartilha virtual "Orientador de Boas Práticas - Atendimento dos Serviços Públicos às Populações Vulneráveis", que visa a apresentar orientações técnicas para atendimento de diferentes grupos nas unidades da administração pública estadual. Ela pode ser baixada no endereço: justica.sp.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/SJC_001_Cartilha_DIGITAL.pdf

Em seguida o ex-secretário da Justiça, Dr. Belisário dos Santos Júnior, proferiu a palestra Direitos Humanos e os Desafios do Estado de Direito na Contemporaneidade. Após a palestra foram entregues certificados de agradecimento aos voluntários do Centro de Integração da Cidadania (CIC), entre os quais, as Senhoras Nancy Poma e Virgínia Lima, integrantes do CAMI junto às rodas de conversa com mulheres imigrantes e que atuam em parceria com o CIC. Cento e dez voluntários que trabalham nas 17 unidades do CIC foram homenageados.

De acordo com Mirta Castellon, advogada e assessora das rodas de conversa com mulheres imigrantes do CAMI, que representou a instituição no evento, "Na semana em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 71 anos, é importante este evento de forma que o Poder Público estadual promova os direitos e a defesa da cidadania. O agradecimento aos diversos voluntários por parte do governo, em especial, os que são vinculados ao CAMI, é uma forma de reconhecimento do trabalho realizado pela instituição ao longo desses anos nos diversos bairros junto às comunidades de imigrantes e refugiados", destaca.
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10 de Dezembro - Dia Internacional dos Direitos Humanos

Em 10 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) adotou, em Paris (França), a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Com 30 artigos, a Assembleia proclamou o documento “como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.”

Em 1950, a ONU estabeleceu que anualmente, nesta data, seria celebrado o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Os Direitos Humanos são parâmetros fundamentais para a constituição do Estado de Direito. Mas temos pouco a comemorar, pois os direitos humanos ainda não são efetivos para milhões de pessoas no Brasil e no mundo, vítimas da exclusão, da desigualdade, da pobreza e da opressão nas suas mais diversas faces.

A data é propícia à reflexão, pois permite que seja posta em evidência a contradição. Já caminhamos muito, mas ainda há muito a caminhar para realizar efetivamente os direitos humanos na vida de cada pessoa.
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10 de Dezembro - Dia Internacional dos Direitos HumanosEm 10 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) adotou, em Paris (França), a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Com 30 artigos, a Assembleia proclamou o documento “como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.”Em 1950, a ONU estabeleceu que anualmente, nesta data, seria celebrado o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Os Direitos Humanos são parâmetros fundamentais para a constituição do Estado de Direito. Mas temos pouco a comemorar, pois os direitos humanos ainda não são efetivos para milhões de pessoas no Brasil e no mundo, vítimas da exclusão, da desigualdade, da pobreza e da opressão nas suas mais diversas faces.A data é propícia à reflexão, pois permite que seja posta em evidência a contradição. Já caminhamos muito, mas ainda há muito a caminhar para realizar efetivamente os direitos humanos na vida de cada pessoa.

Depoimento do haitiano Charles, aluno do curso de português, na formatura dos cursos profissionalizantes do CAMI realizada no último sábado. ... Ver maisVeja menos

CAMI forma mais de 200 alunos imigrantes e refugiados

No último sábado (7/12) foi realizada no CAMI a formatura dos mais de 200 alunos imigrantes e refugiados integrantes dos seguintes cursos profissionalizantes gratuitos oferecidos pela instituição: português, informática, modelagem, eletricidade, defesa pessoal, música, além dos alunos haitianos de Guarulhos que receberam declarações de horas pelas atividades realizadas ao longo do segundo semestre. Diversas nacionalidades participaram da celebração como bolivianos, peruanos, angolanos, chilenos, haitianos, chineses, africanos oriundos de Benin, entre outros, que confraternizaram o momento importante junto a seus familiares, certos de que encontrarão um futuro desafiador.

Para o aluno do curso de português, o haitiano Claude, que reside no Brasil há 3 anos, "Aqui no CAMI aprendemos muitas coisas, a falar como os brasileiros e saber dos nossos direitos. O apoio que eu recebi aqui é muito importante, por isso hoje é importante estar com as pessoas de vários países para celebrar este momento. Só tenho a agradecer pelo apoio que me deram. Obrigado ao CAMI e especialmente a Cris", ressalta.

De acordo com Cristina Simone, coordenadora dos cursos do CAMI, "Este momento da formatura significa mais um passo dado rumo ao empoderamento dos imigrantes e refugiados e o desenvolvimento de sua cidadania. Continuaremos este trabalho importante no próximo ano com outras turmas e pessoas interessadas".
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Nossos parceiros do Projeto Aluno Presente, da organização Cidade Escola Aprendiz, tem como meta garantir o direito à educação para todas as crianças e adolescentes. Caso saibam de alguma criança fora da escola, avise pelo Telefone e WhatsApp: (11) 97327-0142 ... Ver maisVeja menos

Nossos parceiros do Projeto Aluno Presente, da organização Cidade Escola Aprendiz, tem como meta garantir o direito à educação para todas as crianças e adolescentes. Caso saibam de alguma criança fora da escola, avise pelo Telefone e WhatsApp: (11) 97327-0142

"Paz no mundo: Solidariedade aos países que estão em conflito!", foi uma das grandes mensagens levadas pelas pessoas das diversas nacionalidades na 13a Marcha dos Imigrantes e Refugiados realizada na Avenida Paulista no último domingo (1/12). ... Ver maisVeja menos

Paz no mundo: Solidariedade aos países que estão em conflito!, foi uma das grandes mensagens levadas pelas pessoas das diversas nacionalidades na 13a Marcha dos Imigrantes e Refugiados realizada na Avenida Paulista no último domingo (1/12).

 

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Nossa a faixa linda, as mensagens passadas. Foi tudo maravilhoso... Incrível!!!!! Prova de União e trabalho

Freedom and peace

13ª Marcha dos Imigrantes e Refugiados reúne diversas nacionalidades em São Paulo

A 13ª Marcha dos Imigrantes e Refugiados foi realizada neste domingo, dia 1 de dezembro às 14h na Avenida Paulista com concentração em frente ao MASP. Fruto de um processo de construção de 4 meses junto de diversas organizações e coletivos de imigrantes e refugiados, este ano teve como lema, "Livres com direitos em qualquer lugar do mundo", cujo objetivo de sensibilizar a sociedade e o poder público para a pauta migratória. Nesta edição de 2019 reuniu em torno de 4 mil pessoas de diversos países da América Latina, África, Ásia, Europa, entre outros, além dos brasileiros apoiadores da causa. Uma segunda faixa trazia os
dizeres "Paz no Mundo: solidariedade aos países que estão em conflito", dado o momento político conturbado em diversas regiões, entre as quais na América do Sul, que recentemente resultaram em conflitos internos e alguns duradouros como em alguns países do continente africano e da Síria, por exemplo.

No início, os grupos perfilavam e se alinhavam em blocos na avenida e já era possível ver a empolgação em participar do evento. Um grupo de imigrantes veio do SEFRAS, instituição que participou do processo de construção da marcha, todos animados com as faixas e bandeiras dos países se juntaram aos grupos de imigrantes bolivianos, haitianos de Guarulhos e da zona leste de São Paulo, a Frente das Mulheres Imigrantes, Comitê Brasileiro de Solidariedade ao Povo Boliviano Contra o Golpe, Associação Salvador Allende, assim como o Coletivo
Lastesis composto por mulheres chilenas que horas antes protestaram em frente ao consulado do Chile na Avenida Paulista, as mulheres filipinas, Lakitas, África do Coração, coletivo Diásporas Africanas e demais nacionalidades, em torno de 40 entre os quais: congoleses, bolivianos, chilenos, haitianos, peruanos, africanos do Malí e África do Sul, angolanos, togoleses, quenianos, senegaleses, venezuelanos, paraguaios, colombianos, argentinos, pessoas oriundas de países como Estados Unidos, Itália, refugiados africanos da Serra Leoa, que
exibiam o cartaz "Nós existimos aqui em São Paulo", o grupo africano dos povos originários de Biafra (Território localizado na Nigéria) e um grupo grande de refugiados da Guiné “Conacri” que se destacava com as camisetas vermelhas, ente outros.

No decorrer da marcha, muitos fizeram intervenções no microfone que era aberto, no geral, denunciaram as diversas situações que ocorrem nos países de origem, como no caso da performance crítica das mulheres chilenas, denunciando a triste situação da violação de direitos humanos no Chile, do representante da Guiné Conacri, Sr. Alfa, que relatou, "no meu país o presidente vai para o 3º mandato, não respeita a Constituição para troca de cargo". Já a boliviana Verônica Yujra do
coletivo Sí Yo Puedo e do Comitê Brasileiro de Solidariedade ao Povo
Boliviano Contra o Golpe, "Estamos aqui por conta de toda esta situação triste que acontece na Bolívia", relatou em microfone aberto. O ato contou também com a presença do ex-senador e atual vereador, Eduardo Suplicy, que cantou no microfone e prestou solidariedade aos diversos grupos e nacionalidades presentes na Marcha.

Outros grupos se manifestaram, destaca-se os africanos de Biafra, com
suas músicas e cantos de liberdade, denunciaram as diversas situações
resultantes em milhares de mortes que ocorrem em seu território e reivindicam a separação da Nigéria. Outros denunciavam o que acontece no Brasil, "Queremos o fim do racismo e da xenofobia no Brasil", destacou Prudence Kalambay da República Democrática do Congo. Neste mesmo sentido, os haitianos relataram a questão do fortalecimento das políticas públicas no país para que haja uma maior integração e lembraram que o "Haiti foi o primeiro país das Américas a se rebelar
contra à escravidão, somos fortes", destaca o haitiano Williem, residente em Guarulhos. O ato contou também com a performance da Florência Transformista, interpretado pelo artista boliviano Remberto, que aborda a questão dos imigrantes LGBT+, e intervenções artísticas da cantora Celina de El Salvador, o cantor Mario Ayala da Bolívia e a sul afridana, Nduduzo Siba.

Ao final, todas as nacionalidades fizeram uma ciranda, com uma música árabe interpretada pelo refugiado sírio Abdulbaset Jarour, que dizia minutos antes no microfone, "Vamos nos unir, todos os povos, todas as nacionalidades, juntos somos mais fortes, migrar é um direito. Queremos a paz!", destacou em sua fala.
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Muy mal que la religión promueva protestas defendiendo un humano se olvidaron de que Jesús va venir a gobernar

Não teve golpe na Bolívia. O Evo já estava irregular segum a constituição da Bolívia igual que do Brasil, só pode ser reeleito 1 vez, ela já estava no terceiro mandato irregular e queria postular para um quarto mandato, fez um plebiscito e perdeu, ainda assim, foi candidato e tentou fraudar as eleições, seu amigo Almagro da OEA, foi chamado para verificar a legalidade da eleição, só que a fraude era muito descarado e não teve como apoiar ao Evo, que queria virar um MADURO.

nao entendo voces..o qe vc qerem? vem ao brasil exigir o qe? se aqui esta ruim...voltem pra terra d evcs .....tem qe aceitar oq e tem ne...

É hoje, 13a Marcha dos Imigrantes e Refugiados, às 14h, MASP -Avenida Paulista - SP. Participe!!! ... Ver maisVeja menos

 

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Me llevan la bandera de Venezuela ....

MARCHA DE IMIGRANTES?? SE A AQUI A COIS ATA RUIM AMIGO S VOLTEM PARA SEUS PAISES POORRRAA

2 semanas atrás

CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante

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Neste último fim de semana a comunidade chilena se reuniu no CAMI para realizar o "Cabildo", tradicional celebração chilena cujo intuito é de dialogar sobre temas comuns à todas e todos como questões do país de origem e do país de residência. ... Ver maisVeja menos

 

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QERO COMCORRESPONDER CONTATAR COM ALGUM IMIGRANTE QEM QUISER ME CONTATE

SOU DO RS

13ª Marcha dos Imigrantes e Refugiados, domingo, dia 1 às 14h no MASP - Avenida Paulista. ... Ver maisVeja menos

Alunos do CAMI promovem atividades culturais

Nestes últimos dias, diversas atividades do CAMI foram realizadas no âmbito do resgate cultural. Foi dia de aprender e ensinar, cada um no seu grupo recebeu e transmitiu aprendizados de maneira coletiva e colaborativa, como os haitianos de Guarulhos que participam do curso de português do CAMI em parceria com a Subsecretariada Igualdade Racial da Prefeitura de Guarulhos, realizaram um Sarau da Consciência Negra, com o objetivo de fortalecer as raízes haitianas por meio da música, dança e comidas típicas.

Já os alunos imigrantes dos diversos cursos profissionalizantes do CAMI organizaram na sede da instituição pratos típicos brasileiros e os degustaram, como forma conhecer melhor a cultura brasileira, dado que muitos não conheciam e também dialogaram sobre as aproximações e diferenças culturais dos seus países de origem.

"Os alunos interagiram bastante em ambas atividades, muitos saberes foram compartilhados por todas e todos, estreitando os laços entre as diversas nacionalidades presentes", destaca Cristina Simone, coordenadora dos cursos do CAMI.
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Cuando comienzan los curso y las inscripciones para 2020

Andréia de Andrade

Que bien que realicen actividades y que se beneficie los imigrantes .

Florência, interpretada pelo artista boliviano Remberto, convida todo@s para a 13ª Marcha dos Imigrantes e Refugiados neste domingo, dia 1 às 14h no MASP - Avenida Paulista. ... Ver maisVeja menos

 

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Muito legal... cada apresentação sua é um show da vida...

Vamos colorir a marcha!!! Vengaáa.. te esperamos!!!

CAMI atua em evento de Moda e Gênero no Centro Cultural São Paulo

No domingo (26/11) o CAMI foi convidado para participar da 2ª Mostra do Avesso que consolida a Curadoria de Moda do Centro Cultural São Paulo, cujo objetivo foi de abordar ao mesmo tempo três assuntos bastante complexos – moda, violência e gênero. A programação geral aliou imagens, textos, performances, grupos ativistas e a construção de um corpo coletivo que dê sustentação às forças criadoras e produtoras de novas formas de pensar, existir, resistir

O CAMI se fez presente com uma equipe que dialogou com o público participante sobre o trabalho realizado pela instituição, em especial, as rodas de conversa com mulheres imigrantes presente em 10 bairros e regiões da grande São Paulo. "Este evento foi importante para trazer para o público temas que surgem na cadeia têxtil, como o papel das mulheres imigrantes nas confecções das roupas, seus sonhos e formas de potencializar seus direitos no Brasil", destaca Carla Aguilar, assistente social do CAMI.
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Rumo a Marcha dos Imigrantes e Refugiados

No sábado (23/11) foi realizada no CAMI a 3° e última reunião de preparação para a 13° Marcha dos Imigrantes e Refugiados que será realizada no próximo domingo, dia 1 às 14h no MASP na Avenida Paulista.

Além do CAMI, estiveram presentes o Serviço Social dos Franciscanos (SEFRAS), Comissão para Refugiados e Imigrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Organização Salvador Allende. Entre as nacionalidades, mais de 40 pessoas oriundas da Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Haiti, Peru, República Democrática do Congo e brasileiros se reuniram para dialogar sobre os últimos detalhes para a marcha como a importância do evento, conquistas ao longo dos anos, trajeto, som, mobilização e demais pontos para a celebração do próximo fim de semana.

"Estamos na reta final para a Marcha, é importante todas e todos, brasileiros, imigrantes e refugiados, se mobilizarem para o evento, sensibilizar, apoiar para conquistas futuras e a garantia dos direitos frente aos diversos desafios que encontramos no dia a dia", destaca Roque Pattussi, coordenador do CAMI.
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3 semanas atrás

CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante

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Grande Roque Patussi saludos desde Chile.

Saludos amis amigas

K legal

Amanhã tem manifestação na Paulista as 14 horas Masp contra a ditadura na Bolivia.

A marcha dos imigrantes e refugiados é um evento internacional, idealizado por conta do dia 18 de dezembro, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o dia Internacional dos Imigrantes.

Convidamos todos os imigrantes, refugiados e brasileiros a participar do evento em São Paulo no domingo, dia 1 de dezembro às 14h na Avenida Paulista em frente ao MASP.
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A marcha dos imigrantes e refugiados é um evento internacional, idealizado por conta do dia 18 de dezembro, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o dia Internacional dos Imigrantes.Convidamos todos os imigrantes, refugiados e brasileiros a participar do evento em São Paulo no domingo, dia 1 de dezembro às 14h na Avenida Paulista em frente ao MASP.

 

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Claro que sim Valma, este será o 13º ano e nunca tivemos nenhum conflito. Se quiser estar conosco, será uma alegria.

NUNCA SE FALOU TANTO DE DEUS COMO NESTES TEMPOS, MAS, NUNCA TIVEMOS TANTAS VIOLÊNCIAS, DISCRIMINAÇÃO E XENOFOBIA COMO NOS DIAS DE HOJE. O QUE SERÁ QUE ESTÁ ACONTECENDO?? SERÁ QUE O DEUS QUE DESSAS PESSOAS É O MESMO DEUS DA BÍBLIA OU CRIARAM UM DEUS PARTICULAR PARA AUTENTICAR SEU ÓDIO???

A Igreja Católica está sendo a Ferramenta Principal para a Destruição do Mundo. A Europa e o Chile são os Espelhos desta façanha.

A falta do Verdadeiro Amor na Terra hoje é muito Grande. mas, é a falta de Amor das Pessoas do mundo que dizem que não acreditam em Deus e em Jesus Cristo ? Não, é dos que dizem que acreditam, as Pessoas do mundo não conhece o Verdadeiro Amor. Amar uns aos outros é um Mandamento, mas, é para Amar só os nossos Irmãos de nossa Igreja e de nossa Familia ? Não, até os pagãos fazem isso. Amar uns aos outros é Amar a todas as Pessoas, e nunca querer para alguém o que não deseja para si, com Amor a Deus sobre tudo e sobre todos, e quando fugir de um pecado não fuja por medo de Pessoas que também peca, mas fuja dos pecados por Amor a Deus.

Lá estarei. Dignidade humana, vivência social para o bem-estar de convivência.

Livres com Direitos de se Viver, mas debaixo dos costume do País que escolheram se estabelecer: sem imposições pessoais.

Na dúvida, é melhor esperar e observar qual será a "retórica" e a "narrativa" do público no evento, até lá duvido que não haja "ideologia" por trás.

Gente de boa, que seja bem tranquilo, porque estamos com muitos problemas já, querem fazer façam mais com consciência!

Se vier para somar, Tudo bem mas se for para dividir fique onde está.

Parabéns

Presente!

Oh caraio! dividam suas camas com quem quiserem, mas voces querem sempre dividir o que não lhe pertencem!

Sucesso para vocês e boa sorte pessoal

Fernanda Peregrina

Chega aqui refugiado..passa 15 dias ta trocando dolar na casa de cambio...

PALHAÇADA ISTO É PARTIDÁRIO. ONGs sai

Tem padtre metido nisso? Então não presta.

Seria lindo a igreja ajudá-los em seus países punindo osgovernos os levando aos tribunais por crimes contra a humanidade.e não os espalhando pelo mundo . Longe de sua terra e de seus povos. O q vcs fazem tem outro nome

28/11/2019...Existe uma direita política ideológica teológica capitalista reacionária; uma direita mercenária neoliberal predadora!!! A direita e a esquerda são duas forças contrárias, mentais; divididas, em capitalismo e comunismo, socialismo, individualidade... O poder econômico aristocrático burgues internacional, acima do bem e do mal, usam desses dois polos antagônicos, para gerar conflitos, atritos sociais; da mesma maneira que manipulam as bolsas de valores, o dólar... Existe uma direita política econômica ideológica teológica elitista aristocrática nazista sionista burguesa, que não larga o osso, não quer dividir o pão, a carne, ,o peixe, o feijão, o arroz, riquezas nacionais... A direita neoliberal predadora quer impor aos cidadãos brasileiros o seu modelo de realidade; um modelo seletivo, com excludente de ilicitude para os assassinatos que os soldados cabeças de papel venham cometer em prol do sistema sionista fascista reacionário, usando da força, violência, criando a ilusão de que é para manter a paz; só se for a paz da máfia de vinte e dois ministros, milicia bolsonarista, para que possam meter a mão grande nas reservas em dólares, riquezas nacionais...página 281...

Cada merda que são paulo inventa

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Colóquio em Universidade Federal mineira destaca migração no sul de Minas Gerais

Na segunda-feira (18/11) foi realizado o 1º Colóquio sobre Migrações e Espaço Geográfico na Universidade Federal de Alfenas, Minas Gerais. O evento teve o objetivo de dialogar questões pertinentes da migração, considerando que a cidade de Alfenas e as demais do Sul de Minas recebem um fluxo de imigrantes e refugiados. O evento contou com a abertura dos Professores da casa, com destaque para a fala do geógrafo, Professor Dr. Gil Porto, que idealizou e organizou o evento,"A ideia do colóquio é colocar em debate este tema importante das migrações, sobretudo, os que chegaram no sul de Minas Gerais nos últimos meses", destaca.

Uma Conferência inicial foi proferida pelo geógrafo, Dr. Alexandre (IFSULDEMINAS/Poços de Caldas), que destacou a migração interna no Brasil, o desenvolvimento regional e o papel das cidades médias, incluindo do Sul de Minas Gerais. O painel seguinte, denominado "Dimensões e escalas do fenômeno migratório", contou com a participação da Mestra em geografia pela USP, Priscilla Pachi, que dialogou a pequisa realizada com haitianos numa instituição de São Paulo, a Drª. Juliana Ettie, professora de literatura e língua inglesa da (UNIFAL/MG) que abordou o pensamento de algumas escritoras caribenhas que vivem em outros países entre as quais,a jamaicana Claudia Rankine. O Doutorando em Ciências Sociais pela Unicamp e membro da Cátedra para refugiados - Sérgio Vieira de Mello/Unicamp, Alex Vargem, abordou os fluxos migratórios e as situações de racismo que tem acompanhado ao longo dos últimos 17 anos, no âmbito das diversas comunidades migrantes que acompanha.

No painel "Trajetórias socioespaciais de refugiados e/ou solicitantes de refúgio", contou com a presença do casal venezuelano, Sra. Cristina Malgarejo e do Sr. Wilfredo Aceredo, que reportaram a saída conturbada da Venezuela para o Brasil, até passar pela cidade de Pacaraima e chegar no sul de Minas Gerais. Na sequência, a refugiada congolesa Claudine Shindany, que atua no setor de regularização migratória do CAMI, reportou sua vida na República Democrática do Congo, do conflito até a vinda para o Brasil e as diversas dificuldades enfrentadas no cotidiano, como o racismo e as superações, "O Brasil abre as portas mas fecha as janelas para os refugiados, muitos precisam e estão sem nenhum tipo de assistência", ressalta. Por fim, o refugiado sírio Abdulbaset Jarour, vice-presidente da ONG África do Coração, reportou o conflito no seu país de origem e as diversas formas de sensibilização do tema para os brasileiros, entre os quais, a Copa dos Refugiados e Imigrantes. Abdul reforçou que "migrar é um direito, a sociedade deve ser sensível ao tema e acolher os imigrantes e refugiados de diversas nacionalidades", destaca.
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20 de Novembro - Dia da Consciência Negra

O Dia da Consciência Negra é comemorado no Brasil no dia 20 de novembro e em 1.260 cidades foram aprovadas leis decretando feriado nesta data que lembra a morte de Zumbi dos Palmares, que foi escravizado e virou símbolo da luta do povo negro contra a escravidão ao liderar o Quilombo dos Palmares, em Pernambuco. Esta data foi incluída em 2003 no calendário escolar nacional, mas, somente em 2011, foi sancionada a Lei 12.519 que instituiu oficialmente a data como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.

Cada Estado ou cidade brasileira tem de aprovar uma lei regulamentando o feriado cujo objetivo é fazer uma reflexão sobre a luta do povo negro. Na cidade de São Paulo é feriado municipal desde 2004, instituído por lei. Hoje, o Brasil possui a 2º maior população negra do mundo, somente atrás da Nigéria, 53 % da população brasileira é composta por afrodescendentes. Quase 5 milhões de africanos foram escravizados e trazidos para o Brasil por meio do tráfico negreiro. É importante ressaltar que a escravidão no Brasil durou mais de 380 anos e foi o último país das Américas a abolir a escravidão, apenas em 1888, fato que muitas das situações de discriminação e racismo estrutural ainda presentes na contemporaneidade devem ser revertidos.

O CAMI convida a todas e todos a refletirem sobre esta importante data, que possui significados para toda a sociedade, em especial, para os afrobrasileiros que lutam a cada dia para reverter os indicadores sociais no qual são mencionados, e também, a data é uma possibilidade para refletir sobre as condições das populações de imigrantes e refugiados negros residentes no Brasil. Na foto abaixo, refugiados africanos marchando contra o fim do racismo, escravidão e xenofobia na Marcha dos Imigrantes e Refugiados realizada no mês de dezembro de 2017. Neste ano de 2019, o evento será no domingo, dia 1 de Dezembro às 14h no MASP na Avenida Paulista.
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20 de Novembro - Dia da Consciência NegraO Dia da Consciência Negra é comemorado no Brasil no dia 20 de novembro e em 1.260 cidades foram aprovadas leis decretando feriado nesta data que lembra a morte de Zumbi dos Palmares, que foi escravizado e virou símbolo da luta do povo negro contra a escravidão ao liderar o Quilombo dos Palmares, em Pernambuco. Esta data foi incluída em 2003 no calendário escolar nacional, mas, somente em 2011, foi sancionada a Lei 12.519 que instituiu oficialmente a data como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.Cada Estado ou cidade brasileira tem de aprovar uma lei regulamentando o feriado cujo objetivo é fazer uma reflexão sobre a luta do povo negro. Na cidade de São Paulo é feriado municipal desde 2004, instituído por lei. Hoje, o Brasil possui a 2º maior população negra do mundo, somente atrás da Nigéria, 53 % da população brasileira é composta por afrodescendentes. Quase 5 milhões de africanos foram escravizados e trazidos para o Brasil por meio do tráfico negreiro. É importante ressaltar que a escravidão no Brasil durou mais de 380 anos e foi o último país das Américas a abolir a escravidão, apenas em 1888, fato que muitas das situações de discriminação e racismo estrutural ainda presentes na contemporaneidade devem ser revertidos.O CAMI convida a todas e todos a refletirem sobre esta importante data, que possui significados para toda a sociedade, em especial, para os afrobrasileiros que lutam a cada dia para reverter os indicadores sociais no qual são mencionados, e também, a data é uma possibilidade para refletir sobre as condições das populações de imigrantes e refugiados negros residentes no Brasil. Na foto abaixo, refugiados africanos marchando contra o fim do racismo, escravidão e xenofobia na Marcha dos Imigrantes e Refugiados realizada no mês de dezembro de 2017. Neste ano de 2019, o evento será no domingo, dia 1 de Dezembro às 14h no MASP na Avenida Paulista.

Desfile de Moda do curso de modelagem do CAMI

No último domingo (17/11) foi realizado na Praça Kantuta em São Paulo, o desfile de moda dos alunos do curso de modelagem do CAMI.
Mesmo com todos os eventos importantes na cidade, o desfile de modas ocorreu com sucesso, os alunos do curso de modelagem superaram as expectativas e apresentaram na passarela alta costura, lindas peças foram expostas para todo o público.

O desfile teve o show do grupo Ameríndios que fizeram uma performance artística e também foi prestigiado pelas funcionárias da empresa de energia elétrica Enel que fizeram uma fala sobre sustentabilidade. "Este dia é muito significativo, os alunos do curso de modelagem elaboraram as roupas sob orientação do professor Juan de Dios. É o resultado de tudo que foi construído ao longo do ano de 2019, sobretudo, refletindo sobre a cadeia do mundo têxtil e o trabalho digno", ressalta Cristina Simone, coordenadora dos cursos do CAMI.
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Quando vai abrir novas vagas para fazer o curso de modelagem de novo?

Muito bom

Neste próximo sábado, dia 23/11 às 15h no CAMI será realizada a 3° e última reunião de preparação para a Marcha dos Imigrantes e Refugiados. Participe!!! ... Ver maisVeja menos

Neste próximo sábado, dia 23/11 às 15h no CAMI será realizada a 3° e última reunião de preparação para a Marcha dos Imigrantes e Refugiados. Participe!!!

Seminário sobre Comércio Ambulante destaca situação dos imigrantes e refugiados

Nesta segunda-feira (11/11) foi realizado na Câmara dos Vereadores de São Paulo o "Seminário Política Municipal do Comércio Ambulante", com o intuito de dialogar sobre as diversas situações enfrentadas no cotidiano, seja brasileiros, imigrantes ou refugiados ambulantes na cidade de São Paulo. Participaram o Deputado Estadual José Américo, Vereador Eduardo Suplicy, Vereadora Juliana Cardoso, membros da Defensoria Pública do Estado, Ministério Público do Trabalho, diversas associações de brasileiros que atuam com a temática como o Centro Gaspar Garcia, Fórum dos Ambulantes, Sinpesp - Sindicato dos Permissionários em Pontos Fixos do Município de São Paulo, Unicab – União Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras Camelôs, Feirantes e Ambulantes do Brasil, Unadef – União Nacional dos Deficientes Físicos, Abrasp – Associação dos Ambulantes do Brás e Capital de São Paulo, Movimento Nacional da População em Situação de Rua, Amparar – Associação de Amigos e Familiares de Presos/as, Associação Jaciara das Trabalhadoras e Trabalhadores do Corre do Estado de SP e também houve a participação de imigrantes e refugiados, representados por algumas lideranças locais. O CAMI esteve representado pela advogada Mirta Castellon, assessora das rodas de conversa com mulheres imigrantes que acompanha a situação nas diversas regiões, no caso, as mulheres atuantes nas rodas que trabalham no comércio de rua.

Foram debatidos a criação de uma comissão permanente, o direito a voz para todos os ambulantes nas esferas de participação, a licença do Termo de Permissão de Uso (TPU) a qual abriu debate e pediu-se uma outra audiência para tratar o tema. Também houve diálogo sobre a dignidade do Trabalho na qual segundo o Projeto de Lei - PL 78/ 2014 autoriza que o permissionário possa sentar nos bancos ao lado do equipamento e aponta também para a disponibilização de banheiros nos bolsões de comércio e infraestrutura urbana para a dignidade do Trabalho, autorização para permissionários terem MEI, neste caso, os permissionários com TPU cassados entre 2005 e 2012 deverão ser regularizados no prazo de 180 dias ouvido as comissões permanentes de ambulantes. O representante do Ministério Público do Trabalho abordou a humilhação que mulheres são submetidas e ressaltou a necessidade de proteção social e da creche, fato que requer uma maior atenção.

Todos os presentes concordaram em lidar com a situação do trabalhador ambulante merece um ponto de vista não autoritário, pois ainda é tratado como uma questão punitiva do trabalhador informal, mas que tem que ser tratada na esfera do direito social, isto é, um direito a ser reconhecido e respeitado. Foi ressaltado a Lei que disciplina o comércio ambulante criada sob o governo da Luiza Erundina (1989-1992), como um instrumento legal dos mais avançados do mundo. Na fala da imigrante africana Sra. Diop, foi ressaltado a vulnerabilidade do trabalhador imigrante ambulante, em especial a mulher e a necessidade de politicas públicas que os ampare no exercício do trabalho.

Para Mirta Castellon do CAMI, "Numa democracia, a participação cidadã é importante, neste seminário teve muito protagonismo dos trabalhadores que atuam no comércio de rua, com a presença dos imigrantes e refugiados, latino-americanos e africanos, todos foram ouvidos. A participação da Defensoria Pública do Estado foi de suma importância também neste diálogo. Precisa-se modificar e aprimorar o PL 78/2014 de forma que fique mais condizente com as realidades vivenciadas pelos diversos atores, que seja referenciado como um marco legal da política municipal do comércio ambulante, precisa ser consolidado para regrar o comércio ambulante no qual homens e principalmente as mulheres, que são vítimas de humilhação nas ruas de São Paulo", destaca.
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Seminário sobre Comércio Ambulante destaca situação dos imigrantes e refugiadosNesta segunda-feira (11/11) foi realizado na Câmara dos Vereadores de São Paulo o Seminário Política Municipal do Comércio Ambulante, com o intuito de dialogar sobre as diversas situações enfrentadas no cotidiano, seja brasileiros, imigrantes ou refugiados ambulantes na cidade de São Paulo. Participaram o Deputado Estadual José Américo, Vereador Eduardo Suplicy, Vereadora Juliana Cardoso, membros da Defensoria Pública do Estado, Ministério Público do Trabalho,  diversas associações de brasileiros que atuam com a temática como o Centro Gaspar Garcia, Fórum dos Ambulantes, Sinpesp - Sindicato dos Permissionários em Pontos Fixos do Município de São Paulo, Unicab – União Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras Camelôs, Feirantes e Ambulantes do Brasil, Unadef – União Nacional dos Deficientes Físicos, Abrasp – Associação dos Ambulantes do Brás e Capital de São Paulo, Movimento Nacional da População em Situação de Rua, Amparar – Associação de Amigos e Familiares de Presos/as, Associação Jaciara das Trabalhadoras e Trabalhadores do Corre do Estado de SP e também houve a participação de imigrantes e refugiados, representados por algumas lideranças locais. O CAMI esteve representado pela advogada Mirta Castellon, assessora das rodas de conversa com mulheres imigrantes que acompanha a situação nas diversas regiões, no caso, as mulheres atuantes nas rodas que trabalham no comércio de rua.Foram debatidos a criação de uma comissão permanente, o direito a voz para todos os ambulantes nas esferas de participação, a licença do Termo de Permissão de Uso (TPU) a qual abriu debate e pediu-se uma outra audiência para tratar o tema. Também houve diálogo sobre a dignidade  do Trabalho na qual segundo o Projeto de Lei - PL 78/ 2014 autoriza que o permissionário possa sentar nos bancos  ao lado do equipamento e aponta também para a disponibilização de banheiros nos bolsões de comércio e infraestrutura urbana para a dignidade do Trabalho, autorização para permissionários terem MEI, neste caso, os permissionários com  TPU cassados entre 2005 e 2012 deverão  ser regularizados no prazo de 180 dias ouvido as comissões permanentes de ambulantes. O representante do Ministério Público do Trabalho abordou a humilhação que mulheres são submetidas e ressaltou a necessidade de proteção social e da creche, fato que requer uma maior atenção.Todos os presentes concordaram em lidar com a situação do trabalhador ambulante merece um ponto de vista não autoritário, pois ainda é tratado como uma questão punitiva do trabalhador informal, mas que tem que ser tratada na esfera do direito social, isto é, um direito a ser reconhecido e respeitado. Foi ressaltado a Lei que disciplina o comércio ambulante criada sob o governo da Luiza Erundina (1989-1992), como um instrumento legal dos mais avançados do mundo. Na fala da imigrante africana Sra. Diop, foi ressaltado a  vulnerabilidade do trabalhador imigrante ambulante, em especial a mulher e a necessidade de politicas públicas que os ampare no exercício do trabalho.Para Mirta Castellon do CAMI, Numa democracia, a participação cidadã é importante, neste seminário teve muito protagonismo dos trabalhadores que atuam no comércio de rua, com a presença dos imigrantes e refugiados, latino-americanos e africanos, todos foram ouvidos. A participação da Defensoria Pública do Estado foi de suma importância também neste diálogo. Precisa-se modificar e aprimorar o PL 78/2014 de forma que fique mais condizente com as realidades vivenciadas pelos diversos atores, que seja referenciado como um marco legal da política municipal do comércio ambulante, precisa ser consolidado para regrar o comércio ambulante no qual homens e principalmente as  mulheres, que são vítimas de humilhação nas ruas de São Paulo, destaca.

Não percam o desfile de moda dos alunos do CAMI. Neste domingo, 17 de novembro às 14h na Praça Kantuta, próximo ao metrô Armênia. ... Ver maisVeja menos

Neste domingo será realizado o Desfile de Moda dos alunos imigrantes do curso de modelagem do CAMI, na Praça Kantuta às 14h. Compareçam!! ... Ver maisVeja menos

Neste domingo será realizado o Desfile de Moda dos alunos imigrantes do curso de modelagem do CAMI, na Praça Kantuta às 14h. Compareçam!!

 

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1 mês atrás

CAMI - Centro de Apoio e Pastoral do Migrante

O CAMI junto de outras organizações faz parte da Plataforma Brasil de Direitos, um espaço colaborativo, onde as histórias da luta pelos diretos de todas e todos são contadas por quem está na linha de frente. Tudo de forma plural, com altíssima qualidade e beleza. Informe-se. Compartilhe uma visão diferente.

www.brasildedireitos.org.br/

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Brasil de Direitos
A Plataforma Brasil de Direitos é um espaço colaborativo, onde as histórias da luta pelos diretos de todas e todos são contadas por quem está na linha de frente. Tudo de forma plural, com altíssima qualidade e beleza. Informe-se. Compartilhe uma visão diferente. https://www.brasildedireitos.org.br/
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CAMI debate propostas na 2a Conferência Municipal de Políticas para Imigrantes

Entre os dias 8 e 10 de novembro foi realizada em São Paulo a 2° Conferência Municipal de Políticas para Imigrantes, organizada pela Coordenação de Políticas para Imigrantes e o Trabalho Decente e pelo Conselho Municipal de Imigração, órgão consultivo vinculado à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. O objetivo foi de elencar propostas que se transformem em políticas públicas para a população de imigrantes e refugiados residentes na cidade de São Paulo. Segundo divulgado, foram 177 delegados inscritos, no caso, imigrantes e refugiados que podiam votar nas propostas finais, entretanto, na plenária final, apenas 64 delegados estiveram presentes.

O evento foi realizado na Faculdade Faculdade Zumbi dos Palmares, mesmo espaço que no ano de 2016 alocou as atividades do 8° Fórum Social Mundial das Migrações. Dezenas de pessoas participaram dos 8 grupos de trabalho e demais atividades. Para além dos debates, foi realizada a feira de comidas típicas das comunidades imigrantes, sarau dos refugiados, apresentação de grupos folclóricos bolivianos como a Morenada entre outros.

O CAMI atuou nos 3 dias do evento com uma equipe de 12 pessoas que debateram as propostas nos diversos eixos como promoção ao trabalho decente, saúde e combate ao racismo e a xenofobia. Destaca-se que o CAMI por meio de sua equipe de base, de acordo com o relatório publicado pela Prefeitura de São Paulo, foi a instituição que nos meses anteriores mais organizou Conferências Livres (7 etapas preparatórias) e também foi a instituição que mais mobilizou imigrantes e refugiados nesta etapa, de um total de 347 participantes, nas atividades do CAMI participaram 91 pessoas, sendo 88 imigrantes e 3 brasileiros (correspondendo a 26% do total) para dialogar suas realidades e as propostas de políticas públicas.

De acordo com Isabel Torres da equipe do CAMI e conselheira eleita para o Conselho Municipal de Imigração, "Foi muito importante a participação da sociedade civil para a construção de políticas públicas mas temos os desafios de irmos nas periferias, nas ocupações, pois é um trabalho em conjunto que deve ser construído desde a base. É importante considerar que o CAMI mobilizou para as Conferências Livres 26% do total do público participante, com a preocupação de incluir as demandas e as necessidades dos imigrantes e refugiados. O Poder Público precisa sempre ouvir os imigrantes e refugiados no geral, incentivá-los como protagonistas do processo", destaca Isabel Torres.
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